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Polícia indonésia deteve grupo que preparava atentado em Singapura

Polícia indonésia carrega um saco com armas apreendidas.

© Antara Photo Agency / Reuters

A polícia indonésia anunciou hoje a detenção de seis presumíveis radicais islâmicos que planeavam um ataque com míssil contra um bairro da zona ribeirinha de Singapura, levando as autoridades da cidade-estado a reforçar a segurança.

Os seis homens, entre os 19 e os 46 anos, foram detidos na ilha indonésia de Batam, alguns quilómetros a sul de Singapura, informou um porta-voz da polícia nacional, Agus Rianto.

O alegado líder do grupo, Gigih Rahmat Dewa, é acusado de planear o ataque com Bahrun Naim, um jihadista indonésio que as autoridades suspeitam combater com o grupo extremista Daesh na Síria e que tem ligações a ataques terroristas cometidos na Indonésia, disse o porta-voz.

Os dois "planeavam um ataque terrorista em Singapura, queriam atacar Singapura com um míssil a partir de Batam", acrescentou.

Outro porta-voz policial, Boy Rafli Amar, precisou que o alvo era o complexo de luxo de Marina Bay.

O Ministério da Administração Interna de Singapura emitiu um comunicado no qual afirma "ter tido conhecimento de planos dos seis suspeitos detidos" e estar a trabalhar com as autoridades indonésias.

"Em resposta a esta ameaça e à situação de segurança prevalecente, a polícia e outras agências reforçaram as medidas de segurança internas e fronteiriças", lê-se no texto, que acrescenta: "Este desenvolvimento sublinha a gravidade da ameaça terrorista a Singapura".

A Indonésia, o país muçulmano mais populoso do mundo, lançou a sua "guerra ao terrorismo" depois dos atentados de Bali de 2002, que fizeram 202 mortos.

Lusa

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