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1.500 jihadistas permanecem entrincheirados no oeste de Mossul

Cerca de 1.500 combatentes iraquianos e estrangeiros do Daesh resistem nas zonas que ainda controlam no oeste da cidade de Mossul (norte), anunciou esta quarta-feira o chefe das forças de Resposta Rápida que operam na área.

Zamer al-Huseini precisou que os 'jihadistas' estão cercados por forças governamentais, que já rejeitaram qualquer hipótese de negociação.

"Ninguém vai sair vivo deste circo", assegurou al-Huseini, que chefia as unidades de elite que constituem a guarda avançada no combate ao Daesh nesta cidade, juntamente com a polícia federal iraquiana.

Os jihadistas estão a opor uma forte resistência e hoje colocaram 30 viaturas armadilhadas no bairro de Al Haramat e nos arredores do bairro 17 Timuz para impedir o avanço das forças inimigas, segundo al-Huseini.

Por seu turno, o comandante da polícia federal, general Raid Shaker Yaudat, disse que as suas unidades continuam a progredir na zona de Al Haramat e estão perto do bairro Al Iqtisadiyin, a norte da cidade velha de Mossul.

Yaudat acrescentou que as forças policiais cercaram os combatentes, que estão entrincheirados na zona antiga de Mossul, um dos últimos redutos do Daesh na cidade.

Por sua vez, Abdelamir Rashid Yarala, chefe das operações do Exército iraquiano na província de Nínive - com capital em Mossul - anunciou em comunicado que as forças iraquianas controlam 37 bairros do oeste de Mossul e mataram "1.321 terroristas" desde o início da ofensiva sobre esta zona da cidade em 19 de fevereiro.

Acrescentou ainda que as tropas também ocuparam 13 edifícios vitais, incluindo a central elétrica de Al Yarmuk, a principal da urbe, e a prisão de Badush.

As forças iraquianas, que desencadearam a ofensiva sobre Mossul no início do outono passado com apoio norte-americano, assumiram o controlo da metade leste da cidade em finais de janeiro, e desencadearam a operação em direção à zona oeste em fevereiro.

Lusa

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