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PSOE pede a Rajoy que "pare campanha de medo" sobre governo de esquerda

O secretário-geral do Partido Socialiata Operário Espanho (PSOE), Pedro Sánchez, apelou esta sexta-feira ao PP e ao seu presidente, Mariano Rajoy, para que "acabe com a campanha do medo" que tenta passar a ideia de que um governo de esquerda causa mais problemas a Espanha.

O presidente do Governo espanhol e do PP, Mariano Rajoy.

O presidente do Governo espanhol e do PP, Mariano Rajoy.

© Juan Medina / Reuters

"Gostaria que acabasse a campanha do medo, que não se passe a ideia de que se o PP sair do Governo começam os problemas. No PSOE pensamos que os probblemas se devem precisamente à presença do PP no executivo", disse Pedro Sánchez à saída de uma primeira reunião com Mariano Rajoy para discutir soluções de governo em Espanha.

Ao sair da mesma reunião, o presidente do Governo espanhol e do PP, Mariano Rajoy, havia afirmado estar "preocupado" com a subida dos juros da dívida portuguesa, deixando implícito que tal se deve às políticas do Governo, com apoio da esquerda em Portugal.

"Vejo com preocupação a subida dos juros da dívida no país vizinho", disse Rajoy, acenando com o "fantasma" de um governo PSOE-Podemos-Izquierda Unida, à semelhança do que existe em Portugal, em que o PS conta com o apoio parlamentar dos partidos de esquerda.

O líder do PSOE (que obteve 90 deputados) quer acertar em Espanha uma solução de governo de esquerda semelhante à de Portugal. No entanto, Rajoy considera que o PP (123 deputados) tem de liderar qualquer solução governativa.

Os socialistas tentam um acordo com o Ciudadanos (centro-direita, 40 deputados) e tem uma proposta de governo de coligação de esquerda feita pelo Podemos (69 deputados).

Sánchez, que classificou a reunião de apenas 25 minutos como "muito útil", reiterou que está de acordo com o PP quanto a questões fundamentais do Estado espanhol: as posições europeias, a unidade do país, o pacto anti-terrorismo e a reforma da constituição.

No entanto, sublinhou que o PSOE defende que se deve pedir a Bruxelas que aceite "um ritmo diferente para a redução do défice público espanhol", uma posição que se aproxima à do Podemos, que também pede uma reestruturação da dívida espanhola.

Lusa

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