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Eleições em Espanha

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PP e PSOE concordam que novas eleições não devem ser no dia de Natal

Em Espanha, o Governo chegou a acordo com o principal partido da oposição, que concordaram em que se houver novas eleições, não vão ser realizadas no dia de Natal.

A ideia foi lançada pelo Partido Popular e imediatamente subscrita pelo executivo de Mariano Rajoy. O chefe do Governo espanhol tentou depois chegar a um entendimento com o líder do PSOE Pedro Sánchez.

Os dois maiores partidos devem agora chegar a um consenso, para encurtar a campanha eleitoral, de duas para uma semana. A concretizar-se, as as eleições podem ser a 18 de Dezembro, o que terá no entanto um custo, avaliado em mais de 100 milhões de euros.

Esta sexta-feira, o parlamento de Madrid voltou mais uma vez a rejeitar o nome de Mariano Rajoy.

  • PSOE vai chumbar novamente a formação de novo Governo
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    O PSOE vai chumbar uma vez mais a formação do novo Governo, levando novamente o país a eleições. Os principais partidos da oposição anunciaram um voto contra o Executivo de Mariano Rajoy, durante esta quarta-feira no Parlamento. Há quase 10 meses que o país está sem Governo, mas ainda assim a economia espanhola é uma das que mais cresce.

  • Rajoy não conseguiu reunir votos suficientes para formar novo governo
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    No debate parlamentar realizado esta terça-feira, o PP não conseguiu reunir um número mínimo de votos para formar novo governo e vai falhar a investidura como presidente do governo espanhol. Mariano Rajoy precisava de 176 votos favoráveis, conseguindo apenas reunir 170 com os Ciudadanos e a Coligação Canária. Uma segunda votação na próxima sexta-feira é a última hipótese, mas o cenário previsto é a repetição de novas eleições, as terceiras no espaço de um ano.

  • "Estão a gozar com os portugueses, esta abordagem tem de mudar"
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    José Gomes Ferreira acusa as autoridades e o poder político de continuarem a abordar o problema da origem dos fogos de uma forma que considera errada. Em entrevista, no Primeiro Jornal, o diretor adjunto da SIC, considera que a causa dos fogos "é alguém querer que a floresta arda". José Gomes Ferreira sublinha que não se aprendeu com os erros e que "estão a gozar com os portugueses".

    José Gomes Ferreira

  • "Os portugueses dispensam um chefe de Governo que lhes diz que isto vai acontecer outra vez"
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    Opinião

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  • Portugal precisa de "resultados em contra-relógio, após décadas de desordenamento florestal"
    1:18
  • Jornalista que denunciou corrupção do Governo de Malta morre em explosão

    Mundo

    A jornalista Daphne Caruana Galizia, que acusou o Governo de Malta de corrupção, morreu esta segunda-feira, numa explosão de carro. O ataque acontece duas semanas depois de a jornalista maltesa recorrer à polícia, para dizer que estava a receber ameaças de morte. A morte acontece quatro meses após a vitória do Partido Trabalhista de Joseph Muscat, nas eleições antecipadas pelo primeiro-ministro, após as alegações da jornalista, que o ligavam a si e à sua mulher ao escândalo dos Panama Papers. O casal negou as acusações de que teriam usado uma offshore para esconder pagamentos do Governo do Azerbaijão.