sicnot

Perfil

Eleições EUA 2016

Eleições EUA 2016

Eleições EUA 2016

Trump promete reconhecer Jerusalém como capital "indivisa" de Israel

O candidato republicano à Casa Branca, Donald Trump, prometeu reconhecer Jerusalém como a capital "indivisa" de Israel se for eleito Presidente dos EUA em novembro, num encontro com o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu.

"Trump reconheceu que Jerusalém tem sido a eterna capital do povo judeu há mais de três mil anos e que os Estados Unidos, sob a administração Trump, vão finalmente aceitar o mandato de longa data do Congresso para reconhecer Jerusalém como a capital indivisa do Estado de Israel", indicou a sua campanha em comunicado.

Israel apoderou-se de Jerusalém oriental na Guerra dos Seis Dias, em 1967, e mais tarde anexou a área maioritariamente árabe, declarando a totalidade da cidade como a capital unificada do país, uma ação nunca reconhecida pela comunidade internacional.

Os Estados Unidos -- e a maioria dos estados-membros da ONU -- não reconhecem a anexação, considerando o estatuto final de Jerusalém um assunto-chave que tem de ser resolvido através de negociações de paz com os palestinianos.

O Congresso dos Estados Unidos aprovou uma lei em outubro de 1995 apelando ao reconhecimento de uma Jerusalém indivisa como a capital de Israel e para autorizar o financiamento da transferência da embaixada norte-americana de Telavive para Jerusalém.

Contudo, nenhum Presidente dos Estados Unidos implementou a lei, interpretando-a como uma violação da autoridade do poder executivo sobre política externa.

O gabinete de Netanyahu também divulgou um comunicado sobre o encontro de uma hora, sem fazer referência, porém, à promessa de Trump relativamente a Israel.

"O primeiro-ministro Netanyahu discutiu com o senhor Trump assuntos relacionados com a segurança de Israel e os seus esforços para alcançar a estabilidade e a paz no Médio Oriente", indica a nota.

O comunicado de Trump diz que prometeu a Netanyahu que, caso seja eleito, os Estados Unidos vão presentear Israel "com extraordinária cooperação estratégica, tecnológica e militar".

Trump "reconheceu Israel como um parceiro vital dos Estados Unidos na guerra global contra o terrorismo islâmico radical", sublinhou a sua campanha, indicando que os dois abordaram ainda o acordo nuclear com o Irão, a luta contra o grupo extremista Estado Islâmico e outras preocupações no domínio da segurança regional.

A campanha de Trump também indicou que os dois discutiram a experiência de Israel com a sua cerca de segurança usada para a separar da Cisjordânia.

Trump fez da ideia de construir um muro ao longo da fronteira dos Estados Unidos com o México uma das principais promessas de campanha.

Lusa

  • O encontro emocionado de Marcelo com a mãe de uma das vítimas dos fogos
    0:30
  • Proteção Civil garante que já não há desaparecidos
    1:40
  • "Depois de sair da autoestrada o vidro do carro ainda estava a ferver"
    2:01
  • "O fogo chegou de repente. Foi um demónio"
    2:15
  • O desabafo de um empresário que perdeu "uma vida inteira de trabalho" no fogo
    2:08
  • O testemunho emocionado de quem perdeu quase tudo
    2:10
  • As comunicações entre operacionais no combate às chamas em Viseu
    2:27
  • Houve "erros defensivos que normalmente a equipa não comete"
    0:38

    Desporto

    No final do jogo, quando questionado sobre a ausência de Casillas no onze do FC Porto, Sérgio Conceição referiu que a equipa apresentada era aquela que lhe oferecia garantias. Quanto ao jogo, o treinador portista reconheceu que a equipa cometeu vários erros defensivos.

  • "Cometemos erros e há que tentar corrigi-los"
    0:41

    Desporto

    No final do jogo em Leipzig, Iván Marcano desvalorizou a ausência de Iker Casillas e entendeu que o facto de o guarda-redes ter ficado no banco não teve impacto na equipa. Já sobre o jogo, o central espanhol garantiu que não correu da forma como os jogadores esperavam.

  • Norte-americana foi à discoteca e tornou-se princesa

    Mundo

    A história de Ariana Austin é quase como um conto de fadas moderno. A jovem vai até ao baile, onde conhece o seu príncipe. Só que a norte-americana foi a uma discoteca e, na altura, não sabia que Joel Makonnen era na verdade um príncipe da Etiópia e que casaria com ele 12 anos depois, tornando-se também ela numa princesa.