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Escândalo Volskwagen

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Escândalo Volkswagen

Presidente da Volkswagen nos EUA alvo de críticas no Congresso

O presidente do grupo Volkswagen (VW) nos Estados Unidos, Michael Horn, está hoje a enfrentar uma série de críticas do Congresso pela manipulação das emissões poluentes, pois admitiu que meio milhão de veículos continuará a poluir até 2017.

(Arquivo)

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© David Gray / Reuters

Michael Horn, que esteve duas horas no Comité de Energia e Comércio da Câmara dos Representantes a responder a questões dos congressistas, foi omisso em relação a numerosas perguntas e reafirmou o desconhecimento prévio tanto da manipulação dos motores turbodiesel da empresa alemã como dos detalhes do 'software ilegal' que oculta as emissões reais dos veículos.

Contudo, o presidente do grupo VW reconheceu que o objetivo do dispositivo manipulador ilegal implantado nos motores a diesel vendidos entre 2008 e 2015 era ocultar à Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos (EPA) que os automóveis não cumpriam as normas de emissões de óxidos nitrosos.

À pergunta do presidente do Comité, o republicano da Pensilvania Tim Murphy, se a VW instalou o 'software' "com o propósito expresso" de ocultar as emissões, Horn respondeu que "sim", que "foi instalado com esse propósito".

Mas o gestor acrescentou que não teve conhecimento até 01 de setembro deste ano, dois antes de o grupo Volkswagen admitir junto da EPA que os veículos estavam manipulados e 17 dias antes de ter sido tornado público o escândalo.

Até aquele momento, Michael Horn apenas sabia que os veículos não cumpriam as normas de emissões devido a um estudo realizado por investigadores independentes no início de 2014, mas que a casa-mãe na Alemanha o informou que o problema podia ser consertado com a instalação de um novo 'software'.

"Nesse momento, não tinha nenhuma ideia de que era um dispositivo para manipular as emissões e não tinha nenhuma indicação que tivesse sido instalado nos carros VW", explicou.

Durante a audiência, Michael Horn pediu desculpas várias vezes pela sua incapacidade para responder às perguntas específicas dos congressistas, porque a casa-mãe não lhe proporcionou a informação ou porque, segundo disse, não é "um engenheiro".

Lusa

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