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Atentados em Bruxelas

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Aeroportos europeus reforçam medidas de segurança

As autoridades reforçaram as medidas de segurança nos aeroportos de Gatwick, em Londres, Charles de Gaules, em Paris e no aeroporto internacional de Frankfurt, após as explosões de hoje registadas no aeroporto e no metro de Bruxelas.

© Francois Lenoir / Reuters

O nível de alerta terrorista na Bélgica foi elevado para quatro, o máximo da escala, na sequência de duas explosões esta manhã no aeroporto de Bruxelas, que provocaram pelo menos um morto e vários feridos, segundo a polícia.

As autoridades belgas dão conta de uma outra explosão num estação de metropolitano na capital belga.

Entretanto, a imprensa belga fala já em 11 mortos e cerca de 20 feridos, citando diversas fontes de informação não oficiais.

Citando testemunhos no local, a imprensa indicou que tiros foram ouvidos antes da explosão e gritos de frases em árabe.

Pela rede social Twitter, a empresa gestora do aeroporto de Bruxelas informou que todos os voos foram cancelados e que o edifício está a ser evacuado.

O metro da cidade também já foi encerrado.

No outro aeroporto da capital da Bélgica, a segurança foi apertada, com a presença de vários militares armados e um controlo quase sistemático de veículos.

A polícia federal alemã também já reforçou a segurança no aeroporto internacional de Frankfurt, o de maior tráfego do continente Europeu, depois das duas explosões em Bruxelas.

De acordo com a imprensa local, as forças de segurança intensificaram os controlos pessoais em algumas áreas sensíveis do aeroporto internacional de Frankfurt, embora não citem nenhum perigo concreto.

A polícia federal é a responsável da vigilância das fronteiras exteriores, o que inclui os aeroportos internacionais do país, com cerca de 2.500 agentes.

Segundo um testemunho citado pela rádio pública RTBF, as explosões tiveram lugar cerca das 08:00 locais (07:00 em Lisboa) perto de uma porta de embarque para os Estados Unidos, onde estavam muitos passageiros. A testemunha descreve "muitas pessoas ensanguentadas".

Ainda são desconhecidas as causas das explosões.

Com Lusa

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