sicnot

Perfil

Atentados em Bruxelas

Polícia belga centra atenções no bairro de Schaerbeek

Polícia belga centra atenções no bairro de Schaerbeek

Bruxelas viveu em estado de sítio durante a noite com as operações policiais em curso, depois dos atentados de ontem no metro e no aeroporto, que fizeram 34 mortos e 200 feridos. Foi no bairro de Schaerbeek que se concentram as atenções da polícia belga, depois de ter sido descoberto um engenho explosivo, semelhante aos utilizados no metro, com pregos e parafusos no interior. Foram encontrados ainda produtos químicos e uma bandeira do Daesh.

Na mira do helicóptero das autoridades belgas está o bairro de Scharbeek onde as buscas e suspeitas não são de agora, mas por aqui já tinham passado aquando dos atentados de Paris.

A zona a seguir à gare do norte da capital belga, estação de comboio que liga diretamente ao aeroporto fica também na linha da estação de metro de Maelbeek, a norte deste bairro alvo da ação terrorista desta terça-feira.

A polícia tem razões para concentrar os esforços nas ruas desta área, num raio de cinco quilómetros, para onde envia um batalhão de meios de unidades de intervenção especial brigadas anti-terrorismo e da polícia científica.

Numa das rusgas, num apartamento foram encontrados produtos químicos um engenho explosivo e uma bandeira do Daesh.

A polícia belga procura um homem, o terceiro suspeito que liga ao atentado no aeroporto como o bombista que fugiu.

Para a praça Marie-Louise, à saída do metro de Maalbeek, há dezenas de polícias, depois de uma testemunha ter denunciado a presença de um automóvel, com a chave na ignição e o motor a trabalhar.

Há estradas cortadas e a cada esquina é visível o forte dispositivo na caça ao homem em Schaerbeek

O Ministério Público adiantou que há investigações a decorrer noutras partes da Bélgica.

  • Marido de idosa que morreu na Sertã teve de caminhar durante duas horas para pedir ajuda
    1:44

    País

    A Altice garantiu esta sexta-feira que tentou agendar, por duas vezes, a reposição da linha telefónica na casa da idosa da Sertã, que morreu na semana passada por não ter comunicações que permitissem um socorro rápido. A mulher sentiu-se mal e o marido teve de caminhar durante duas horas para conseguir chegar à casa do vizinho mais próximo e pedir ajuda.

  • "No meu bairro perguntam-me se a medalha é de ouro e dizem que ma vão roubar e vender"
    4:46
  • Como é que alguém (Rúben Semedo) com tanto pode perder tudo?
    3:05