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Corrupção na FIFA

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Secretário-geral da FIFA diz que não se sente responsável pela alegada corrupção

O secretário-geral da FIFA, Jerome Valcke, afirmou esta sexta-feira que não se sente responsável pela situação que atravessa o organismo que tutela o futebol mundial, envolto num escândalo de alegada corrupção.

"Não penso que seja responsável, faço parte da direção e estou muito orgulhoso do que a FIFA tem feito nos últimos anos", disse Jerome Valcke.

"Não penso que seja responsável, faço parte da direção e estou muito orgulhoso do que a FIFA tem feito nos últimos anos", disse Jerome Valcke.

Dmitry Lovetsky / AP

"Não penso que seja responsável, faço parte da direção e estou muito orgulhoso do que a FIFA tem feito nos últimos anos", disse Jerome Valcke durante a conferência de imprensa de antevisão do sorteio de sábado para as qualificações para o Mundial2018, na Rússia.

Jerome Valcke acrescentou que deixará o cargo após a eleição do próximo presidente da FIFA, que tem o ato eleitoral marcado para 26 de fevereiro de 2016, defendendo que, se fosse ele o eleito, também escolheria um novo secretário-geral.

Questionado sobre o seu futuro, e evitando responder a questões incómodas, Jerome Valcke acrescentou que agora terá a oportunidade, após a saída da FIFA, de ter uma vida privada.

Quanto à preparação em curso para o Mundial2018, o secretário-geral da FIFA considerou a organização russa, comparativamente à do Brasil, como um "comboio de alta velocidade".

"Com o Brasil foi mais apertado, havia mais problemas no momento de preparação, houve até preocupações nos últimos dias antes dos jogos, mas no final, o Mundial foi um sucesso", referiu.

O secretário-geral da FIFA considerou que os preparativos na Rússia, salvo raras exceções, como um ligeiro atraso na construção de um estádio, são "relaxantes e permitem considerar o futuro com calma".

Lusa

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