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Corrupção na FIFA

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Sul-coreano Chung Mong-Joon oficializa desistência das eleições para a FIFA

O empresário sul-coreano Chung Mong-Joon desistiu hoje oficialmente da corrida à presidência da FIFA, cujo prazo para apresentação de candidaturas às eleições de 26 de fevereiro termina hoje.

Reuters

O ex-candidato justificou a decisão de abandonar a candidatura, por aquilo que diz ser uma suspensão "desleal".

O empresário, acionista da Hyundai, foi suspenso por seis anos pelo Comité de Ética da FIFA, que suspendeu também o presidente da FIFA, o suíço Joseph Blatter, o presidente da UEFA, o francês Michel Platini, e o secretário-geral da FIFA, o francês Jerôme Valcke, por 90 dias.

No seu blogue, o sul-coreano diz que a suspensão de seis anos, o "impede de registar a candidatura" até ao dia de hoje.

Chung tinha recorrido para um tribunal suíço, para que pudesse manter a sua candidatura à presidência da FIFA enquanto decorre o recurso para o Comité de Apelo da FIFA e para o Tribunal Arbitral do Desporto.

Na última quarta-feira, o empresário sul-coreano voltou a dizer que "a FIFA continua a sabotar" a sua candidatura e que, duas semanas depois, não sabe quais as alegações que conduziram à sua suspensão.

Entretanto, a agência noticiosa do Bahrein revelou hoje um novo candidato, no caso o presidente da Confederação Asiática de Futebol (AFC), o xeque Salman bin Ebrahim al Khalifa.

O membro da família real do Bahrein, de 49 anos, apresentou a candidatura no domingo, um dia antes do final do prazo, embora nem a FIFA nem a Confederação Asiática o tenham confirmado, indicando que haverá um comunicado hoje, no final do prazo.

Al Khalifa juntou-se às candidaturas de Michel Platini, suspenso por 90 dias, do jordano Ali bin al Hussein, do francês Jerôme Champagne, do ex-futebolista e antigo capitão da seleção de Trinidad e Tobago David Nakhid e do sul-africano Tokyo Sexwale.

  • Fuga de Vale de Judeus em junho de 1975 no Perdidos e Achados
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    Perdidos e Achados

    Prisão Vale de Judeus, final de tarde de domingo, dia 29 de junho de 1975. O plano da fuga terá sido desenhado por uma vintena de homens. Serrada a presiana metálica era preciso passar, para fora do edifício, as cabeceiras dos beliches onde os presos dormiam. Ao longo de cerca de uma hora 89 detidos, agentes da PIDE/DGS, a Polícia Internacional e de Defesa do Estado português extinta depois da revolução de 1974, fogem do estabelecimento prisional.

    Segunda-feira no Jornal da Noite