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Corrupção na FIFA

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Blatter disponível para ir aos Estados Unidos testemunhar nos casos de corrupção

O ex-presidente da FIFA mostrou-se esta sexta-feira disponível, numa entrevista à agência noticiosa France Press, para se deslocar aos Estados Unidos para testemunhar no processo por corrupção dos antigos dirigentes da organização acusados pela justiça norte-americana.

Em questão está o pagamento de 1,8 milhões de euros da FIFA a Platini em 2011, alegadamente por trabalhos como conselheiro por este realizado para a FIFA, entre 1999 a 2002, com base num contrato verbal. (Arquivo)

Em questão está o pagamento de 1,8 milhões de euros da FIFA a Platini em 2011, alegadamente por trabalhos como conselheiro por este realizado para a FIFA, entre 1999 a 2002, com base num contrato verbal. (Arquivo)

© Denis Balibouse / Reuters

Interrogado diretamente se estava disponível para testemunhar no processo, Joseph Blatter respondeu: "Sim. Quando precisarem de mim para defender a FIFA, estarei à disposição."

A justiça norte-americana pretende que o processo relacionado com o escândalo de corrupção que envolve a FIFA, no qual estão implicados numerosos altos dirigentes do futebol latino-americano, seja julgado até final de fevereiro de 2017.

Suspenso por oito anos de toda a atividade ligada ao futebol pela justiça interna da FIFA por causa do pagamento de 1,8 milhões de euros ao anterior presidente da UEFA, Michel Platini, suspensão que foi posteriormente reduzida para seis anos, Blatter prepara o seu recurso para o Tribunal Arbitral do Desporto (TAS).

A audiência no TAS em relação ao processo que envolve Michel Platini, também ele suspenso por seis anos, está marcada para 29 abril.

"É uma boa notícia verificar que o TAS avançou com o caso de Michel Platini. Penso que o meu caso será tratado um pouco mais tarde. Penso que no TAS, finalmente, se falará de justiça e não de boatos", disse Blatter, para quem isto significa que "será a justiça a demonstrar que os acusados são culpados e não estes a terem de provar a sua inocência".

Mesmo que a sua suspensão não seja levantada, o antigo dirigente suíço, de 80 anos, confirmou a sua intenção de estar presente na fase final do Mundial 2018, na Rússia, a convite do presidente russo Vladimir Putin.

"Tenho convite para ir à Rússia e irei. Mas isso não significa que irei assistir aos jogos. Não podem é impedir-me de viajar. Vou onde quero", rematou Blatter.

Lusa

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