sicnot

Perfil

Queda do BES

Queda do BES

Queda do BES

BES vende sucursal de Miami (EUA) ao grupo venezuelano Benacerraf

O grupo Banco Espírito Santo (BES) anunciou na quinta-feira que vendeu a sucursal em Miami, nos Estados Unidos, ao grupo venezuelano Benacerraf por 8,9 milhões de euros, segundo comunicado enviado à Comissão de Mercados de Valores Mobiliários (CMVM).

O objetivo das audições é permitir aos antigos administradores, entre eles Ricardo Salgado e Morais Pires, que expliquem o grau de responsabilidade que tinham antes da revelação do buraco nas contas do BES, a 30 de julho, e da resolução logo a seguir. (Arquivo)

O objetivo das audições é permitir aos antigos administradores, entre eles Ricardo Salgado e Morais Pires, que expliquem o grau de responsabilidade que tinham antes da revelação do buraco nas contas do BES, a 30 de julho, e da resolução logo a seguir. (Arquivo)

Francisco Seco / AP

No comunicado, o BES refere que "chegou a acordo com um grupo de investidores designado por Grupo Benacerraf para a alienação de 3.188.525 ações da sociedade Espírito Santo Bank", banco sedeado em Miami, Flórida, Estados Unidos.

A conclusão da transação está sujeita a aprovação pelas autoridades reguladoras e deverá ocorrer nos próximos 12 meses.

Com uma carteira de clientes provenientes sobretudo da América Latina e Portugal e cerca de 560 milhões de euros de ativos, a surcursal do BES em Miami foi posta à venda em agosto de 2014, quando o grupo bancário português sofreu uma intervenção por parte do Banco de Portugal.

"A experiência de famílias de banqueiros bem estabelecidos é um excelente catalisador para o nosso crescimento e dedicação aos nossos clientes", afirmou um porta-voz do BES, citado pela imprensa norte-americana.

O grupo Benacerraf, de uma das mais antigas famílias venezuelanas de banqueiros, detém a totalidade do Banco, com sede na Venezuela.

Lusa
  • BES adia apresentação de resultados

    Economia

    O BES adiou a apresentação de resultados. Num comunicado enviado esta quinta-feira à CMVM, a instituição que ficou com os ativos tóxicos depois da resolução diz não ter reunido as condições necessárias para divulgar dentro do prazo as contas de 2014.

  • Paulo Macedo pede calma para o bem do banco
    1:45

    Caso CGD

    Paulo Macedo falou pela primeira vez desde que foi eleito o novo Presidente da Caixa Geral de Depósitos e, para o bem do banco público, pediu calma a todos. Passos Coelho veio dizer que a recapitalização da Caixa pode ter de ser feita no verão do próximo ano para salvaguardar o défice deste ano. Já António Costa preferiu não comentar as declarações de Passos e diz que o banco público há muito que precisava de ser recapitalizado.

  • Condutores continuam com dúvidas em como circular numa rotunda
    2:06

    País

    Circular nas rotundas continua a ser um problema para muitos condutores. Cerca de 3 mil foram multados nos últimos três anos depois da entrada em vigor do novo código, os números são avançados pela Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária. Os instrutores de condução dizem que a medida provoca mais confusão nas horas de ponta.

  • O que aconteceu à menina síria que relatava a guerra no Twitter?
    1:59
  • Youtuber Miguel Paraiso escreveu uma paródia musical para a Reportagem da SIC "Renegados"
    1:27

    Grande Reportagem SIC

    O youtuber Miguel Paraiso escreveu uma paródia musical para a Grande Reportagem SIC "Renegados". Desde ontem já teve 67 mil visualizações no Facebook. Imagine que ia renovar o cartão de cidadão e diziam-lhe que afinal não é português? Mesmo tendo nascido, crescido, estudado e trabalhado sempre em Portugal? Foi o que aconteceu a inúmeras pessoas que nasceram depois de 1981, quando a lei da nacionalidade foi alterada.«Renegados» é como se sentem estes filhos de uma pátria que os excluiu. Para ver, esta quarta-feira, no Jornal da Noite da SIC.

  • "A nossa guerra não deixou heróis, só vilões e vítimas"
    5:26

    Mundo

    Luaty Beirão é o rosto mais visível de um movimento de contestação ao regime angolano que começou em 2011, ano da Primavera árabe. Mas a par dos 15+2, mediatizados num processo que os condenou por lerem um livro, outros activistas arriscam diariamente a liberdade.