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Queda do BES

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Álvaro Sobrinho novamente ouvido pelo Ministério Público

Álvaro Sobrinho foi hoje novamente ouvido pelo Ministério Público. O antigo presidente do BES Angola não quis revelar em que qualidade nem em que processo ocorreu este interrogatório que durou cerca de quatro horas.

São vários os casos de justiça em que Álvaro Sobrinho está envolvido: um deles é o processo "Monte Branco". Até ao momento, não se sabe se é também arguido nalgum dos vários processos do universo Espírito Santo.

  • Pharol processa antigos administradores da PT SGPS
    1:48

    Economia

    A Pharol, a antiga PT SGPS, processou Henrique Granadeiro, Amílcar Morais Pires e Pacheco de Melo. A ação judicial contra os antigos gestores prende-se com o investimento ruinoso de quase 900 milhões de euros na Rioforte, uma das empresas do Grupo Espírito Santo. Para já, Zeinal Bava fica de fora, mas a Pharol avisa que pode avançar com mais processos.

  • Amílcar Morais Pires constituído arguido no caso BES

    Queda do BES

    Amílcar Morais Pires foi constituído arguido no caso BES. Sobe para pelo menos sete o número de arguidos no caso que investiga o universo do BES e do GES. O ex-administrador financeiro do BES já tinha sido constituído arguido num outro processo, o Monte Branco, que investiga a maior rede branqueamento de capitais.

  • BE acusa direita de bloquear atual comissão à CGD
    1:37

    Caso CGD

    O Bloco de Esquerda acusa a oposição de estar a fazer tudo para impedir as conclusões da comissão de inquérito sobre a Caixa Geral de Depósitos que está em curso. Numa altura em que PSD e CDS já entregaram o requerimento para avançar com uma segunda comissão, Catarina Martins defende que ainda há muita coisa por apurar sobre o processo de recapitalização do banco público.

  • Visita de Costa a Angola pode estar em risco
    2:26

    País

    A visita de António Costa a Luanda poderá estar em risco devido à acusação da justiça portuguesa contra o vice-Presidente de Angola. O jornal Expresso avança que o comunicado com a reação dura do Governo angolano é apenas o primeiro passo e que pode até estar a ser preparado um conjunto de medidas contra Portugal. Para já, o primeiro-ministro português desvaloriza a ameaça e mantém a visita marcada para a primavera.