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Brasileiros protestam contra e a favor da destituição de Dilma Rousseff

Milhares de brasileiros estão nas ruas a manifestarem-se contra ou a favor do processo de destituição da Presidente Dilma Rousseff, cuja votação está agendada para à tarde de hoje na Câmara dos Deputados, em Brasília.

© Adriano Machado / Reuters

Em Brasília a movimentação é grande, mas o ponto alto das manifestações deverá acontecer após as 14:00 (18:00 em Lisboa), hora marcada para o início da sessão de votação.

Grupos de manifestantes, uns que apoiam e outros que são contra a destituição, vão acompanhar a decisão dos deputados federais em frente do Congresso.

As autoridades locais determinaram que a área defronte do Congresso Nacional seja isolada e restrita apenas a agentes da polícia, bombeiros e militares, já que, segundo as autoridades, esperam-se que cerca de 300 mil pessoas acompanhem a votação no local.

No Rio de Janeiro, uma multidão de manifestantes que defendem a chefe de Estado brasileira está a decorrer em Copacabana, aguardando-se que à tarde, manifestantes opositores do Governo façam outro protesto no mesmo local.

Em várias cidades: Salvador, Belo Horizonte, Porto Alegre, Recife, São Luiz, Maceió, entre outras, há muitas pessoas na rua a manifestarem-se.

Na maior cidade do país, São Paulo, esperam-se grandes protestos contra e a favor do 'impeachment' na Avenida Paulista e no Vale do Anhangabaú, no início da tarde.

A Câmara dos Deputados do Brasil vota hoje a partir das 14:00 de Brasília o pedido de impugnação do mandato da Presidente Dilma Rousseff e deverá prolongar-se durante a tarde, dado que os líderes de todos os partidos poderão falar para orientar o voto das suas bancadas e depois cada deputado será chamado, dispondo de 10 segundo para anunciar o seu voto.

Para o processo de impugnação do mandato presidencial e destituição de Dilma Rousseff avançar para o Senado (a câmara alta do Congresso brasileiro) são necessários os votos de pelo menos 342 dos 513 deputados da Câmara.

Para arquivar o processo, a chefe de Estado precisa do apoio de 171 deputados, entre votos a favor, faltas e abstenções.

Lusa

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