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Crise no Brasil

Michel Temer espera acabar mandato com aplausos do povo brasileiro

Michel Temer espera acabar mandato com aplausos do povo brasileiro

O novo Presidente do Brasil, Michel Temer, diz que espera acabar o mandato com aplausos do povo brasileiro. Michel Temer, hoje empossado no cargo de Presidente do Brasil na sequência da destituição de Dilma Rousseff da Presidência, prometeu uma "nova era" e acusou os seus opositores de "golpistas".

  • Quem é Michel Temer
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    Crise no Brasil

    Tem 75 anos e é o homem mais velho a assumir a Presidência do Brasil. Aceitou o primeiro cargo público em 1964, na secretaria da educação do governo estadual de Adhemar de Barros. Em 1997 foi eleito pela primeira vez Presidente da Câmara dos deputados. Tornou-se o número dois de Dilma em 2010 e manteve-se sempre na sombra até maio deste ano.

  • O momento da destituição de Dilma
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    Crise no Brasil

    O impeachment foi aprovado. Dilma Rousseff é afastada da Presidência e perde, oficialmente, o mandato. A destituição foi aprovada com 61 votos a favor e 20 contra. Ainda assim, os senadores decidiram manter os direitos políticos de Dilma. a ex-presidente pode desempenhar funções públicas.Esta segunda votação teve 42 votos a favor da proibição, mas eram precisos 54. Quer isto dizer que Dilma ficou apenas impedida de prosseguir o atual mandato, podendo candidatar-se a cargos públicos. Com a destituição, Michel Temer ficará na presidência do Brasil até ao final de 2018.

  • Bataglia deixou passar 12 milhões pela sua conta a pedido de Salgado
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    Operação Marquês

    O presidente da Escom e arguido na Operação Marquês Helder Bataglia terá admitido que Ricardo Salgado utilizou uma conta bancária do empresário, na Suíça, para passar 12 milhões de euros a Carlos Santos Silva, amigo de José Sócrates. O amigo de Sócrates e Bataglia terão combinado várias formas de não levantar suspeitas. A notícia é avançada pelo jornal Expresso na edição deste sábado.

  • Cágado tratado com implante impresso em 3D
    2:26
  • Patrões não aceitam alterações ao acordo de concertação social
    2:25

    Economia

    As confederações patronais foram esta sexta-feira ao Palácio de Belém dizer ao Presidente da República que não aceitam que o Parlamento faça alterações ao acordo de concertação social. Os patrões dizem ainda ter esperança que o Parlamento não chumbe o decreto-lei que reduz a TSU das empresas com salários mínimos.