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Heloísa Apolónia representa CDU no debate com PSD/CDS

A CDU manifestou ontem disponibilidade para estar presente no debate televiso de 22 de setembro e informou que o frente a frente com a coligação PSD/CDS vai ser assegurada por Heloísa Apolónia, do PEV.

Segundo Heloísa Apolónia, o objetivo do executivo ao pedir mais tempo  para cumprir os compromissos assumidos com a `troika é "implementar o Estado  mínimo" a pretexto da crise (SIC/Arquivo)

Segundo Heloísa Apolónia, o objetivo do executivo ao pedir mais tempo  para cumprir os compromissos assumidos com a `troika é "implementar o Estado  mínimo" a pretexto da crise (SIC/Arquivo)

"A CDU manifestou a sua disponibilidade para estar presente no próximo dia 22 com as forças políticas que estejam dispostas a nele participar e nos frente a frente agendados com o PS, BE e a coligação PSD/CDS", referiu, em comunicado divulgado à imprensa, aquela coligação.

No comunicado, a CDU salientou também que a "sua participação no frente a frente com a coligação PSD/CDS (em que participará o líder do segundo partido da coligação [Paulo Portas]) será assegurada por Heloísa Apolónia em representação do PEV".

A coligação Portugal à Frente (PSD/CDS-PP) anunciou sexta-feira que, sem a presença de Paulo Portas, não participará no debate televisivo de 22 de setembro, e que enviará o presidente do CDS-PP ao frente-a-frente com o secretário-geral do PCP.

A CDU, coligação que integra do PCP e o PEV, sublinha também ser "absolutamente falso", que o PCP tenha "vetado a participação do CDS nos debates".

"O PCP sublinhou só serem aceitáveis dois critérios objetivos: o da participação nos debates de quatro candidaturas (CDU, PàF, PS e BE) ou dos seis partidos com representação parlamentar (PSD e CDS, PCP e PEV, PS e BE)", refere a coligação.

"O que o PCP e o PEV não aceitariam era o caucionamento de uma situação de desigualdade traduzida na participação do CDS e na exclusão do PEV", acrescenta a CDU.

No comunicado, a CDU recorda também que o PCP "combateu e denunciou a nova legislação sobre cobertura jornalística de campanhas eleitorais cozinhada pelo PS, PSD e CDS" e que "recusa ser agora envolvido na generalizada responsabilização já em curso nas análises e comentários quanto à incapacidade dos partidos que aprovaram a lei se entenderem para a aplicar"

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