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PR continua amanhã a ouvir parceiros sociais, entre os quais CGTP e UGT

O Presidente da República continua na sexta-feira a ouvir os parceiros sociais, estando agendadas audiências com a CGTP-IN, a UGT e o presidente do Conselho Económico e Social, entre outras organizações.

TIAGO PETINGA/

A primeira audiência com o chefe de Estado, Aníbal Cavaco Silva, está agendada para as 10:30 com a Associação das Empresas Familiares, seguindo-se às 12:00 um encontro com o Fórum para a Competitividade.

À tarde, pelas 15:00, o Presidente da República irá ouvir a CGTI-IN e, uma hora depois, o presidente do Conselho Económico e Social. A última audiência do dia está marcada para as 18:00, com a UGT.

O Presidente da República começou hoje a ouvir os parceiros sociais, tendo da parte da manhã recebido a Confederação Empresarial de Portugal e a Confederação do Comércio e Serviços de Portugal (CCP).

Durante a tarde, o chefe de Estado vai ainda receber a Confederação dos Agricultores de Portugal (CAP) e a Confederação do Turismo Português (CTP).

As audiências do chefe de Estado com os parceiros sociais começaram dois dias depois da aprovação de uma moção de rejeição do programa do XX Governo Constitucional.

A moção de rejeição do PS ao Programa do XX Governo Constitucional foi aprovada na terça-feira com 123 votos favoráveis de socialistas, BE, PCP, PEV e PAN, o que implicou a demissão do executivo PSD/CDS-PP.

A moção de rejeição do PS teve 107 votos contra provenientes da totalidade dos deputados das bancadas do PSD e do CDS-PP.

A rejeição do Programa do Governo exige o voto de uma maioria absoluta dos deputados em efetividade de funções, ou seja, pelo menos 116 parlamentares e, segundo o artigo 195.º da Constituição, implica a demissão do executivo, que se manterá em gestão até à posse de um novo Governo.

Ainda na quarta-feira, o chefe de Estado recebeu o presidente da Assembleia da República, Ferro Rodrigues, que considerou que o prolongamento da atual situação política seria mau para o país.

Ferro Rodrigues, sublinhou, contudo, que é Cavaco Silva que tem "a decisão e os tempos da decisão" nas mãos.

Também na quarta-feira, o Presidente da República recebeu o primeiro-ministro para habitual reunião semanal.

Lusa

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