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Grupo Jerónimo Martins não vê problema no aumento do salário mínimo proposto pelo PS

Grupo Jerónimo Martins não vê problema no aumento do salário mínimo proposto pelo PS

O aumento do salário mínimo para 600 euros, proposto pelo PS, está a dividir os patrões. O representante das empresas disse ontem ao Presidente da República que a medida pode até levar a despedimentos. Mas um dos maiores empresário do país, dono do Pingo Doce, não vê qualquer problema.

  • Patrões não aceitam esvaziamento da concertação social
    2:30

    Economia

    Os patrões estão contra a proposta da esquerda de aumentar o salário mínimo nacional para 600 euros. E foi isto que disseram esta manhã ao Presidente da república que começou a ouvir os parceiros sociais. A Confederação da Indústria (CIP) admite mesmo que o aumento salarial pode levar a despedimentos.

  • Arménio Carlos diz que concertação não pode servir de espaço de bloqueio
    0:45

    Novo Governo

    A CGTP foi hoje recebida pelo PS, num encontro na Assembleia da República para discutir as questões laborais e o salário mínimo nacional, remas que podem e devem ser discutidos na concertação social mas também e sobretudo no Parlamento, centro da democracia. Arménio Carlos diz mesmo que a concertação social não pode ser um espaço de bloqueio ou de pressão em resposta às criticas do presidente da CIP.

  • Pensões, salário mínimo e TSU, as medidas do PS ao detalhe
    2:31

    Novo Governo

    O PS vai aumentar todas as pensões até 628 euros com base na inflação. Assim, no próximo ano, uma pensão de 628 euros terá um aumento de quase dois euros. A SIC sabe também que os socialistas vão baixar as contribuições para a Segurança Social para quem ganha até 600 euros. Em quatro anos, a TSU vai baixar de 11% para os 7%.

  • Catalunha vs Espanha
    29:35

    Grande Reportagem SIC

    2017 ficará como o ano da Catalunha e de como a região espanhola foi falada em todo o mundo, por causa do grito de independência que não aconteceu. O jornalista Henrique Cymerman esteve na Catalunha e foi um dos poucos repórteres do mundo que conseguiu chegar ao esconderijo do presidente demissionário do Governo catalão, Carles Puigdemont, em Bruxelas.