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Marcelo sucede a Cavaco

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Frases do dia da posse de Marcelo Rebelo de Sousa

Seleção de frases no dia de posse de Marcelo Rebelo de Sousa como Presidente da República.

JOAO RELVAS

Marcelo Rebelo de Sousa

(Presidente da República)

"Um Presidente que não é nem a favor nem contra ninguém. Assim será politicamente, do princípio ao fim do seu mandato".
"É no quadro desta Constituição - que, como toda a obra humana, não é intocável, mas que exige para reponderação consensos alargados, que unam em vez de dividir - que temos, pela frente, tempos e desafios difíceis a superar".
"O Presidente da República será, pois, um guardião permanente e escrupuloso da Constituição e dos seus valores, que, ao fim e ao cabo, são os valores da Nação que nos orgulhamos de ser. O valor do respeito da dignidade da pessoa humana, antes do mais".
"De pessoas de carne e osso. Que têm direito a serem livres, mas que têm igual direito a uma sociedade em que não haja, de modo dramaticamente persistente, dois milhões de pobres, mais de meio milhão em risco de pobreza, e, ainda, chocantes diferenças entre grupos, regiões e classes sociais".

"Temos de cicatrizar feridas destes tão longos anos de sacrifícios, no fragilizar do tecido social, na perda de consensos de regime, na divisão entre hemisférios políticos".

"Tudo indesejável, precisamente em anos em que urge recriar convergências, redescobrir diálogos, refazer entendimentos, reconstruir razões para mais esperança".

"[Miguel] Torga viu o essencial. O essencial é que continuamos a minimizar o que valemos. E, no entanto, valemos muito mais do que pensamos ou dizemos. O essencial, é que o nosso génio -- o que nos distingue dos demais -- é a indomável inquietação criadora que preside à nossa vocação ecuménica. Abraçando o mundo todo. Ela nos fez como somos. Grandes no passado. Grandes no futuro. Por isso, aqui estamos. Por isso, aqui estou. Pelo Portugal de sempre!".
Ferro Rodrigues (Presidente da Assembleia da República)

"O Presidente certo no momento certo será sempre um Presidente que se enquadra, com autonomia e afirmação, num novo ciclo da vida política democrática".

"Em democracia são normais e desejáveis as divergências ideológicas e as políticas alternativas. Mas é justamente porque conhecemos as diferenças políticas que devemos ser capazes de as distinguir daquilo que é estratégico e que nos deve unir".

António Costa (Primeiro-ministro)

"O Presidente da República falou por todos nós. Hoje é dia de o escutarmos e não falamos. Acho que foi um discurso em que todos nos podemos reconhecer, um sinal importante da função essencial do Presidente da República de unir os portugueses para servirmos Portugal".

Jerónimo de Sousa (Secretário-geral do PCP)

"Foi um discurso que faz um esforço para ir ao encontro daquilo que são preocupações da maioria dos portugueses com o seu futuro, vidas, direitos. Mas sobra sempre uma questão central: como é que se efetiva, como é que se concretizam essas aspirações que no nosso povo tem?".
Luís Montenegro (Líder parlamentar do PSD) "Foi um discurso que faz um esforço para ir ao encontro daquilo que são preocupações da maioria dos portugueses com o seu futuro, vidas, direitos. Mas sobra sempre uma questão central: como é que se efetiva, como é que se concretizam essas aspirações que no nosso povo tem?".
António Sampaio da Nóvoa (Candidato presidencial) "Há um novo Presidente, o Presidente de todos os portugueses, também é o meu Presidente. (...) É tempo de união para olhar para o futuro".
Paulo Portas (Líder do CDS/PP ) "É um Presidente da República que assume a história de Portugal como um todo. Olha Portugal como uma só nação independentemente das diferenças entre cada um e nesse sentido é um discurso nacional que é o que se espera de um chefe do Estado".

Catarina Martins (Porta-voz do Bloco de Esquerda)

"Julgo que aquilo que é mais relevante e que aguardamos todos é pelos dias que seguem, pelo mandato que se segue. Nós tivemos nos últimos anos um Presidente da República que faltou vezes demais àquela que é a Lei Fundamental do país, em que assenta o contrato democrático e o contrato social, a Constituição".

Vasco Lourenço (Presidente da Associação 25 de Abril)


"Como tive oportunidade de dizer ao Presidente, gostei muito do discurso. Estou confiante e esperançoso de que a prática esteja de acordo com o discurso. Com o anterior, não há comparação possível. Eu até bati palmas com mais força por o ver ir-se embora".
Vitorino Silva (Tino de Rans) (Candidato presidencial) "É um meu Presidente. É um discurso que eu faria porque percebi em campanha que éramos os políticos mais parecidos. Gostei de ter ido à luta com ele. Como comentador, tinha muita audiência e eu quero que continue a tê-la [como Presidente]".

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    Um atentado sem efeitos eleitorais, sondagens que acertaram em praticamente tudo, inexistência do chamado eleitorado envergonhado. E um candidato que se situa no centro político com fortíssimas hipóteses de vencer a segunda volta. As presidenciais francesas tiveram uma chuva de acontecimentos anormais, mas acabam por ser um choque de normalidade. Pelo menos até agora...

    Ricardo Costa

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    Ricardo Rosa