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Massacre em Orlando

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Líder muçulmano nos EUA condena ataque em discoteca de Orlando

O líder do Conselho das Relações Americo-Islâmicas, Nihad Awad, condenou no domingo o massacre numa discoteca de Orlando, Florida, considerando uma "aberração" os extremistas do grupo Estado Islâmico (EI).

"Este é um crime de ódio. Puro e simples. Nós condenamo-lo veementemente", disse o líder do Conselho das Relações Americo-Islâmicas, Nihad Awad

"Este é um crime de ódio. Puro e simples. Nós condenamo-lo veementemente", disse o líder do Conselho das Relações Americo-Islâmicas, Nihad Awad

Andrew Harnik


"Este é um crime de ódio. Puro e simples. Nós condenamo-lo veementemente", disse Awad, em conferência de imprensa.

"Isto viola os nossos princípios enquanto norte-americanos e muçulmanos. Vou ser claro: nós não toleramos qualquer tipo de extremismo", acrescentou.

O diretor executivo do Conselho das Relações Americo-Islâmicas (CAIR) apelou à unidade e instou os políticos a "não explorarem" o massacre em Orlando, que causou 50 mortos e dezenas de feridos.

Segundo as estações televisivas NBC e CNN, o autor do ataque jurou lealdade ao EI numa chamada telefónica feita para o número de emergências 911 pouco antes de abrir fogo sobre as pessoas que se encontravam na discoteca 'gay'.

Além dos 50 mortos, registaram-se também 53 feridos, de acordo com o mais recente balanço das autoridades.

Lusa

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