sicnot

Perfil

Massacre em Orlando

Massacre em Orlando

Massacre em Orlando

"Vou morrer", escreveu vítima do massacre de Orlando à mãe

Eddie Justice, 30 anos, enviou uma série de SMS à mãe, da casa de banho da discoteca Pulse, onde estava escondido, enquanto o atirador de Orlando disparava indiscriminadamente. "Vou morrer", escreveu o jovem minutos antes de ser assassinado.

A mãe de Eddie, Mina Justice, mostrou as últimas mensagens que trocou com o filho antes de morrer. Eddie estava na discoteca Pulse, em Orlando, onde aconteceu o massacre.

Mina estava a dormir quando recebeu o primeiro SMS. "Mãe amo-te" eram 2:06.
Logo a seguir Eddie escreve: "Na discoteca (que está a ser alvo) do tiroteio".

Mina tenta ligar para o filho mas não consegue. "Estás bem?", insiste por mensagem. "Estou preso na casa de banho". Chama a polícia". Às 2:08 Eddie escreve: "Vou morrer".

A mãe ligou para a polícia e continuou a trocar mensagem com o filho.
Às 02:39 os últimos SMS: "Chame a polícia mãe. Agora. Ele está a chegar. Eu vou morrer".

Dez minutos depois, às 2:49 Eddie escreve "Ele já está na casa de banho" Ele é um terrorista". De seguida a mãe perguntou se o atirador estava na casa de banho, foi quando recebeu o último SMS: "Sim".

Depois fez-se silêncio no telefone da mãe. O nome de Eddie Justice apareceu na lista das vítimas mortais do massacre de Orlando.

  • Governo lança linha de crédito de 100 M€ para empresas situadas no interior

    País

    As políticas de valorização do interior, tema escolhido pelo primeiro-ministro, António Costa, abriram o debate quinzenal na Assembleia da República. O primeiro-ministro anunciou que o Governo vai lançar uma linha de crédito de 100 milhões de euros destinada exclusivamente a pequenas e microempresas empresas situadas no interior, a par da reprogramação do Portugal 20/20.

    Direto

  • Cachalote-pigmeu morreu pouco tempo depois de dar à costa em Lisboa
    1:13
  • PSD compara SNS a um "cenário de guerra", Centeno desdramatiza
    2:44

    Economia

    O ministro das Finanças esteve esta amanhã no Parlamento e voltou a não comprometer-se com aumentos salariais na função pública no próximo ano. Deu mesmo a entender que a medida não é prioritária. A discussão passou também pelo Serviço Nacional de Saúde. Centeno desdramatizou as carências mas o PSD comparou o que s passa a um cenário de guerra.