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Cultura em Luta protesta em dia de votação do OE 2016

A plataforma Cultura em Luta está hoje em protesto, junto à Assembleia da República, em Lisboa, dia em que está prevista a votação na generalidade da proposta de Orçamento do Estado (OE) para 2016.

(Lusa/ Arquivo)

(Lusa/ Arquivo)

TIAGO PETINGA

Em declarações à agência Lusa, Pedro Penilo, do grupo de coordenação da Plataforma Cultura em Luta, disse que, no que toca à cultura, "a ideia que fica é de uma oportunidade perdida, quando há um quadro político novo, que poderia permitir uma política para a cultura com horizonte e não há nada que aponte nesse sentido".

A plataforma Cultura em Luta, que reúne mais de 50 estruturas ligadas à cultura, apresenta hoje uma posição conjunta e alargada sobre o OE para 2016, num protesto junto às escadarias da Assembleia da República, em Lisboa, na altura em que os deputados vão votar o documento na generalidade, que antecede a apreciação da proposta, pelas diferentes comissões parlamentares, antes da votação final, agendada para 23 de março.

A plataforma defende que 1% do OE devia ser o "patamar mínimo" de investimento na cultura e que o ideal será ter 1% do Produto Interno Bruto aplicado ao setor.

Num documento conjunto, assinado em janeiro, a Cultura em Luta lamentava a existência há vários anos de uma "política de destruição do país, da cultura e das vidas das pessoas, que conduziu a uma situação de prolongada crise da actividade cultural e do tecido social que a dinamiza".

"Esta crise tem origem numa longa série de opções de sucessivos governos por uma política de desprezo pelo papel vital da cultura, no corpo da sociedade e da democracia", lê-se no documento.

Entre os subscritores deste documento estão a Associação Portuguesa de Bibliotecários, Arquivistas e Documentalistas, a Associação Portuguesa de Realizadores, a Federação Nacional dos Professores e o Sindicato dos Músicos, dos Profissionais do Espetáculo e do Audiovisual, o Teatro Praga e o Teatro Experimental do Porto.

Lusa

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