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Orçamento do Estado 2017

PCP bate-se por propostas que entende justas

PCP bate-se por propostas que entende justas

O PCP reiterou hoje que continuará a bater-se pelas propostas que entende justas para o Orçamento do Estado para 2017.

"Temo-nos batido pelas propostas que entendemos que são justas. Não fazemos a discussão na base das linhas vermelhas ou numa lógica de aprovarmos umas medidas para ter outras garantidas", advogou João Oliveira, líder parlamentar comunista, em declarações aos jornalistas no final de um encontro com o Governo para apresentação das linhas gerais do OE2017.

O comunista reiterou a defesa do aumento real de todas as pensões, mas escusou-se a fazer uma ligação entre esse eventual aumento e o aval comunista a outras medidas do Orçamento, como a eventual gradualidade do fim da sobretaxa de IRS, numa lógica de "toma lá dá cá".

"A ideia de haver moedas de troca entre a sobretaxa e as pensões pode ser conveniente do ponto de vista do discurso mas julgo eu que não é séria. Não há um canal direto que se possa fazer entre uma e outra", vincou.

Nesse aspeto, o trabalho em especialidade é "uma oportunidade" que o PCP não recusará para melhorar eventuais medidas que a proposta de lei original do Orçamento não abranja, continuou o chefe da bancada do partido.

O PCP, representado por João Oliveira e pelo deputado Paulo Sá, foi recebido pelo ministro das Finanças, Mário Centeno, e pelo secretário de Estado dos Assuntos Parlamentares, Pedro Nuno Santos, com o OE2017 como pano de fundo.

O Governo está hoje a reunir-se na Assembleia da República com os partidos que não integram o Governo, ao abrigo do estatuto da oposição, para lhes apresentar as linhas gerais do Orçamento do Estado do próximo ano.

As reuniões começaram às 11:00, com o PAN, seguindo-se, com intervalos de meia hora, o partido ecologista "Os Verdes", PCP, CDS, BE e PSD.

Pelas 13:00 estava o CDS-PP reunido com o Governo.

O Orçamento para 2017 deverá ser entregue na Assembleia da República na sexta-feira.

Com Lusa

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