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FMI diz que combate à evasão fiscal ainda não acabou

As revelações dos "Panama Papers" mostram que o combate à evasão fiscal não acabou e que é preciso ir mais longe na ofensiva da comunidade internacional, declarou hoje a diretora-geral do Fundo Monetário Internacional (FMI), Christine Lagarde.

Reuters

"É um trabalho inacabado e ainda há trabalho a fazer nesta frente", afirmou Lagarde, numa conferência de imprensa, garantindo que a ofensiva contra a evasão fiscal das multinacionais é insuficiente.

As declarações de Lagarde foram feitas na abertura da assembleia de primavera do FMI e do Banco Mundial, depois de Jim Yong Kim, presidente do BM, ter afirmado que as práticas de fuga aos impostos podem ter "um imenso efeito nefasto" na luta contra a pobreza.

Jim Yong Kim afirmou-se bastante "preocupado" com o escândalo dos "Panama Papers", que revelou uma vasta rede de evasão fiscal através de empresas de fachada em paraísos fiscais.

"É uma questão fundamental de confiança", acrescentou, com um aviso às empresas e particulares envolvidos na evasão fiscal: "a transparência não vai recuar, o mundo vai tornar-se cada vez mais transparente".

Com Lusa

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