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Salgado nega qualquer pagamento ilícito a políticos

Ricardo Salgado garante que não conhece nem participou, direta ou indiretamente, em qualquer pagamento ilícito a políticos, por parte do Grupo Espírito Santo. À SIC, o advogado do banqueiro diz que qualquer notícia que aponte nesse sentido é falsa e difamatória.

© Jose Manuel Ribeiro / Reuters

Na reação à manchete do Expresso, sobre as ligações do caso "Panama Papers" e a alegados pagamentos a José Sócrates, Francisco Proença de Carvalho fala em insinuações e especulações graves e lamenta que o ex-presidente do BES não tenha sido contactado sobre a matéria.

Nas malhas da investigação dos milhões descobertos pelo Panama Papers encontra-se a Operação Marquês, segundo o Expresso. Transferências feitas a partir da Espírito Santo Enterprises de offshores podem ser a explicação que faltava ao Ministério Público para concluir o inquérito crime contra José Sócrates e avançar com uma eventual acusação.

A equipa do Departamento Central de Investigação e Ação Penal aguardava há vários meses para saber qual seria a versão dos factos de Hélder Bataglia, o homem forte do Grupo Espírito Santo em Angola e no Congo, presidente da Escom e suspeito de ter passado 12 milhões para contas de Joaquim Barroca, do Grupo Lena.

Ora, Bataglia admitiu ao jornal Expresso e à TVI que as transferências foram feitas a partir do chamado saco azul do GES, a Espírito Santo Entreprises que aparece nos Panama Papers e por onde terão passado 300 milhões de euros de pagamento a destinatários não identificados.

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    A investigação "Panana Papers" mostra o envolvimento de uma offshore do Grupo Espírito Santo com a Operação Marquês. Helder Bataglia, o empresário luso-angolano arguido no processo, admite ao Expresso que o dinheiro que transferiu para pagar comissões teve origem numa offshore do grupo então liderado por Ricardo Salgado. O Ministério Público acredita que pelo menos 12 milhões de euros pertencerão a José Sócrates. A defesa do ex-primeiro-ministro nega.

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    Nas malhas da investigação dos milhões descobertos pelo Panama Papers encontra-se a Operação Marquês. O dinheiro do caso que envolve José Sócrates no esquema de corrupção, fraude fiscal e branquamento de capitais vem do GES. Esta é a manchete deste sábado do jornal Expresso. Transferências feitas a partir da Espírito Santo Enterprises de offshores podem ser a explicação que faltava ao Ministério Público para concluir o inquérito crime contra José Sócrates e avançar com uma eventual acusação.

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