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Rio 2016

600 trabalhadores chamados de urgência para concluir alojamentos na aldeia Olímpica

O Comité Rio 2016 destacou 600 novos trabalhadores para a Aldeia Olímpica, na sequência de queixas de várias delegações olímpicas relativamente às condições do alojamento oferecido pela organização dos Jogos Olímpicos, no Rio de Janeiro.

Segundo o jornal brasileiro Estado de São Paulo, o Comité Rio2016 espera que a "força tarefa", como chamou ao grupo, trabalhe para "deixar tudo pronto entre quinta e sexta-feira".

Divididas por três turnos, as equipas integram canalizadores, eletricistas e trabalhadores da área da limpeza para resolver precisamente os três problemas apontados no domingo pela delegação australiana, que se recusou a ocupar o seu edifício na Vila dos Atletas, considerando-o "inabitável".

Problemas nos alojamentos têm sido identificados por várias delegações, incluindo a portuguesa.

José Garcia, chefe da missão portuguesa, contou ao jornal Expresso que, de acordo com a sua adjunta, que chegou ao local a 20 de julho, "nem todos os apartamentos tinham água e havia muita sujidade".

Algumas delegações, como a italiana e a neozelandesa, decidiram contratar diretamente profissionais para concluir os apartamentos com urgência.

O presidente do Comité Rio 2016, Carlos Arthur Nuzman, disse no domingo que o importante é que os reparos sejam feitos antes que os Jogos Olímpicos comecem.

"São ajustes que já estamos a fazer e serão resolvidos em pouco tempo. Toda a Aldeia Olímpica, pela sua magnitude, precisa de alguns retoques até que fique perfeita. O importante é que tudo será feito antes do início dos jogos, sem trazer nenhum transtorno aos atletas", disse, na abertura da aldeia.

São esperados mais de 10 mil atletas de 206 países nos primeiros Jogos Olímpicos da América do Sul, que decorrem de 05 a 21 de agosto na cidade carioca.

Lusa

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