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Sismo no Nepal

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Mais de 270 pessoas continuam desaparecidas após o sismo no Nepal

Mais de 270 pessoas, incluindo 80 estrangeiros, continuam desaparecidas cinco semanas após o grave sismo que sacudiu o Nepal a 25 de abril, e supõe-se que o número de mortos ronde os 8.700. 

© Navesh Chitrakar / Reuters

"Estamos a trabalhar em colaboração com as embaixadas, autoridades aeroportuárias e com as nossas equipas de intervenção rápida para encontrar os estrangeiros desaparecidos", afirmou hoje à agência EFE o superintendente da polícia nepalesa Basundhara Khadka. 

A maioria dos estrangeiros desapareceu em zonas turísticas como o Vale de Langtang, popular entre os montanhistas, e o de Manang, junto da fronteira do Tibete. 

"Os familiares tendem a comunicar os desaparecimentos, mas não avisam as autoridades quando estes aparecem", disse Basundhara Khadka, acrescentando que isso está a dificultar a contagem das vítimas mortais apesar de já ter passado um mês após a catástrofe.

"Além disso, existem 15 cadáveres que continuam por identificar", referiu o subinspetor Kamal Singh Bam, aduzindo que entre estes se encontram um estrangeiro e uma criança.

A maior parte desses corpos foram recuperados no Vale de Catmandu e dois foram trazidos do Vale de Langtang, daí as autoridades calcularem que dezenas de estrangeiros continuem desaparecidos desde o passado dia 25 abril.

"Os corpos por identificar estão na morgue do Hospital Teaching, em Catmandu", referiu ainda o subinspetor.    

"Recolhemos amostras de ADN, impressões digitais e fotografias de todos os cadáveres para proceder à sua identificação", acrescentou.  

Cinco semanas depois de um sismo de 7.8º graus ter abalado o Nepal, o maior dos últimos 80 anos, os colégios do Vale de Catmandu reabriram ontem as suas portas com uma baixa frequência e aulas a decorrer em centros temporários ou em tendas.

Lusa
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