sicnot

Perfil

Operação Marquês

Inspector-chefe recusa depor sobre matéria em segredo de Justiça da operação Marquês

Inspector-chefe recusa depor sobre matéria em segredo de Justiça da operação Marquês

O inspector-chefe da Autoridade Tributária que investiga José Sócrates e o amigo Carlos Santos Silva, recusou responder a algumas questões num outro processo em que se apuram as alegadas fugas de informação da operação Marquês. Paulo Silva invocou o segredo profissional, o segredo de funcionário público e o segredo da justiça para ficar em silêncio.

  • Sócrates nega favorecimento ao Grupo Espírito Santo
    2:19

    Operação Marquês

    O Ministério Público suspeita que José Sócrates recebeu luvas do Grupo Espírito Santo. Os pagamentos terão sido feitos a troco de decisões políticas que favoreceram negócios do grupo. Em causa poderá estar, por exemplo, o chumbo indireto da OPA da Sonae à Portugal Telecom, em 2006. Contactado pela SIC, Sócrates negou alguma vez ter favorecido o Grupo Espírito Santo e garantiu que nunca foi confrontado com essa suspeita. O ex-primeiro-ministro reafirma que não indicou qualquer sentido de voto à Caixa Geral e sublinha que a única vez que usou a goldenshare foi para travar a venda da Vivo, contra a vontade do Grupo Espírito Santo. Em comunicado, os advogados do antigo banqueiro vêm dizer que a notícia sobre um alegado favorecimento do GES, por intervenção do Ricardo Salgado, junto de entidades políticas, é absolutamente falsa.

  • José Sócrates terá favorecido o Grupo Espírito Santo
    2:20

    Operação Marquês

    O Ministério Público suspeita que José Sócrates recebeu luvas do Grupo Espírito Santo. Os pagamentos terão sido feitos a troco de decisões políticas que favoreceram negócios do império de Ricardo Salgado. Em causa poderá estar, por exemplo, o chumbo indireto da OPA da Sonae à Portugal Telecom, em 2006. Contactado pela SIC, Sócrates negou ter alguma vez favorecido o Grupo Espírito Santo e garantiu que nunca foi confrontado com essa suspeita. O ex-primeiro-ministro reafirma que não indicou qualquer sentido de voto à Caixa Geral e sublinha que a única vez que usou a goldenshare foi para travar a venda da Vivo, contra a vontade do Grupo Espírito Santo. Conntactada pela SIC, a assessoria de imprensa de Ricardo Salgado registou o pedido de reação, mas ainda não teve tempo útil para enviar qualquer comentário.

  • Como se sobrevive à dor em Nodeirinho e Pobrais
    2:43
  • Raphäel Guerreiro vai continuar a acompanhar a seleção
    1:08
  • 74 mil alunos do secundário têm a vida "suspensa" 
    2:22

    País

    Enquanto o Ministério Público investiga a fuga de informação no exame nacional de Português do 12.º ano, 74 mil estudantes ficam com a vida suspensa. Se a fuga se confirmar, o exame corre o risco de ser anulado e as candidaturas ao ensino superior atrasam. O Instituto de Avaliação Educativa (IAVE), responsável pelos exames, prometeu esclarecimentos para os próximos dias.