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Operação Marquês

Sócrates considera cínico anúncio da PGR sobre adiamento

Sócrates considera cínico anúncio da PGR sobre adiamento

O ex-primeiro-ministro socialista José Sócrates acusa a Procuradora Geral da República, Joana Marques Vidal, de cinismo ao anunciar o adiamento da investigação da "Operação Marquês". "A Procuradora, de forma completamente cínica, vem dizer que decidiu acelerar o processo. E decide acelerar para quê? Para adiar seis meses", perguntou o ex-primeiro-ministro José Sócrates, arguido da Operação Marquês, entrevistado pela TSF.

Contactada pela Lusa, a Procuradoria-Geral da República (PGR) disse não ter qualquer comentário a fazer sobre a entrevista de Sócrates.

A PGR informou na quarta-feira que concedeu mais 180 dias (seis meses) para a "realização de todas as diligências de investigação consideradas imprescindíveis" na Operação Marquês, que envolve o ex-primeiro-ministro José Sócrates.

Decisões "ilegais, abusivas e arbitrárias" foi como a defesa de José Sócrates classificou na quinta-feira o alargamento, por mais 180 dias, do prazo para concluir o inquérito e a recusa do procurador em dar a conhecer aos arguidos as suas justificações.

"O Ministério Público só não encerra o inquérito porque não quer. Porque não tem factos e porque todas as provas que tem impõem o imediato arquivamento, que é a última coisa que quer reconhecer", referia um comunicado dos advogados João Araújo e Pedro Delille.

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