sicnot

Perfil

Caso Tecnoforma

Caso Tecnoforma

Caso Tecnoforma

MP pede que Poiares Maduro, Pacheco Pereira e Clara F. Alves não sejam julgados

O Ministério Público pediu hoje à juíza de instrução criminal que não leve a julgamento o ministro Poiares Maduro, o comentador Pacheco Pereira e a jornalista Clara Ferreira Alves por crime de ofensa contra a Tecnoforma, a empresa que, no passado, teve Passos Coelho como colaborador.

Poiares Maduro será processado por "declarações proferidas publicamente" no âmbito do "caso Tecnoforma", relacionado com pagamentos ao primeiro-ministro Pedro Passos Coelho, segundo a empresa.

Poiares Maduro será processado por "declarações proferidas publicamente" no âmbito do "caso Tecnoforma", relacionado com pagamentos ao primeiro-ministro Pedro Passos Coelho, segundo a empresa.

PAULO NOVAIS

A instrução do processo foi requerida por Poiares Maduro, ministro-adjunto e do Desenvolvimento Regional que tem a tutela da comunicação social, depois de a Tecnoforma ter deduzido acusação particular.

Quanto a pacheco pereira, a Tecnoforma diz que os comentários que fez na televisão e blogues prejudicaram a imagem e a credibilidade da empresa.

A queixa contra Clara Ferreira Alves tem a ver com uma entrevista da jornalista, mas o Ministério Público entende que não há indícios de crime.

Na próxima semana a juíza do Tribunal de Instrução Criminal de Lisboa vai decidir se há ou não julgamento.

  • A Verdade sobre a Mentira
    35:13
  • Elemento dos Super Dragões com medida de coação mais gravosa
    1:37

    Desporto

    Os seis arguidos da Operação Jogo Duplo, que investiga crimes de corrupção e viciação de resultados na II Liga de futebol, saíram em liberdade. A medida de coação mais gravosa é para um membro da claque Super Dragões, que terá de pagar uma caução de 5 mil euros.

  • Mais de 120 pessoas com hepatite A
    2:23

    País

    O surto de hepatite A já infetou 128 pessoas, 60 das quais estão internadas em hospitais de Lisboa e Coimbra. A Direção-Geral da saúde recomenda a vacinação apenas aos familiares dos doentes. Apesar de não haver ruptura de stocks, há farmácias que não têm vacinas.

  • Sobreviventes de Mossul relatam mutilações e execuções do Daesh
    1:32