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Caso Tecnoforma

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MP pede que Poiares Maduro, Pacheco Pereira e Clara F. Alves não sejam julgados

O Ministério Público pediu hoje à juíza de instrução criminal que não leve a julgamento o ministro Poiares Maduro, o comentador Pacheco Pereira e a jornalista Clara Ferreira Alves por crime de ofensa contra a Tecnoforma, a empresa que, no passado, teve Passos Coelho como colaborador.

Poiares Maduro será processado por "declarações proferidas publicamente" no âmbito do "caso Tecnoforma", relacionado com pagamentos ao primeiro-ministro Pedro Passos Coelho, segundo a empresa.

Poiares Maduro será processado por "declarações proferidas publicamente" no âmbito do "caso Tecnoforma", relacionado com pagamentos ao primeiro-ministro Pedro Passos Coelho, segundo a empresa.

PAULO NOVAIS

A instrução do processo foi requerida por Poiares Maduro, ministro-adjunto e do Desenvolvimento Regional que tem a tutela da comunicação social, depois de a Tecnoforma ter deduzido acusação particular.

Quanto a pacheco pereira, a Tecnoforma diz que os comentários que fez na televisão e blogues prejudicaram a imagem e a credibilidade da empresa.

A queixa contra Clara Ferreira Alves tem a ver com uma entrevista da jornalista, mas o Ministério Público entende que não há indícios de crime.

Na próxima semana a juíza do Tribunal de Instrução Criminal de Lisboa vai decidir se há ou não julgamento.

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