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Crise na Ucrânia

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Sessenta e quatro militares ucranianos morreram desde instauração do cessar-fogo em fevereiro

Sessenta e quatro militares ucranianos morreram no leste separatista pró-russo da Ucrânia desde a instauração do mais recente cessar-fogo, a 15 de fevereiro, anunciou hoje o Presidente ucraniano, Petro Poroshenko.

© Marko Djurica / Reuters

"Sessenta e quatro militares morreram desde 15 de fevereiro", data da entrada em vigor da trégua decretada nos acordos de paz de Minsk, assinados após a mediação do Presidente francês, François Hollande, e da chanceler alemã, Angela Merkel, na presença do Presidente russo, Vladimir Putin.

 À anexação da península ucraniana da Crimeia pela Rússia, em março de 2014 - após três semanas de ocupação por forças russas, depois de um referendo que não foi reconhecido por Kiev e pela comunidade internacional - seguiu-se um conflito armado no leste da Ucrânia entre os separatistas pró-russos e o exército ucraniano, que já fez mais de 6.000 mortos em 11 meses.

 Os acordos de Minsk, assinados a 12 de fevereiro, previam também a retirada de armamento pesado da linha da frente, mas já hoje o comandante das tropas da NATO na Europa, general Philip Breedlove, denunciou a circulação contínua, na fronteira do sudeste da Ucrânia, que não está sob o controlo de Kiev, de "equipamentos, homens e dinheiro para apoiar as tropas russas e os combatentes separatistas pró-russos na Ucrânia".

 

Lusa

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