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Crise na Ucrânia

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Cimeira de hoje em Paris pretende reforçar processo de paz na Ucrânia

Os líderes da França, Alemanha, Rússia e Ucrânia reúnem-se hoje em Paris para debater o reforço do processo de paz na Ucrânia.

© Valentyn Ogirenko / Reuters

Apesar de o cessar-fogo continuar a ser globalmente respeitado desde o início de setembro entre as forças ucranianas e os rebeldes pró-russos da região leste da Ucrânia, ainda parece longe um acordo sobre uma solução política duradoura.

Esta semana, representantes de Kiev e dos combatentes separatistas russos assinaram um acordo decisivo sobre a retirada do seu arsenal de armas ligeiras da "linha de separação" que divide os territórios controlados pelos rebeldes no leste do restante território ucraniano.

A retirada das armas ligeiras, para além do acesso dos observadores internacionais às zonas rebeldes, será um dos temas em debate na reunião de hoje na capital francesa, que conta com a presença dos Presidentes francês, russo e ucraniano, François Hollande, Vladimir Putin e Petro Poroshenko, respetivamente, e da chanceler alemã, Angela Merkel.

"A retirada das armas (...) é um importante passo para garantir a segurança do cessar-fogo no leste da Ucrânia", considerou esta semana, em comunicado, o ministro alemão dos Negócios Estrangeiros, Frank-Walter Steinmeier.

"No entanto, não é suficiente", acrescentou. "Muitos outros pontos do acordo [de Minsk II, assinado em fevereiro] ainda não foram aplicados. Espero que Kiev e Moscovo estejam preparados para trabalhar nessa direção", frisou na mesma altura o chefe da diplomacia alemã.

No âmbito do acordo Minsk II, o leste da Ucrânia deverá organizar eleições locais no final de 2015 e devolver ao governo de Kiev o controlo da fronteira com a Rússia.

O conflito armado entre os rebeldes separatistas pró-russos e as forças de Kiev já causou perto de 8.000 mortos desde o seu início em abril de 2014.

Lusa

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