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64 mil pessoas formam "brigadas" para combater o vírus no Equador

Cerca de 64 mil pessoas formam "brigadas" de combate ao vírus Zika no Equador, onde foram registados 22 casos e se investigam outros 67 suspeitos, informou, esta segunda-feira, o Ministério da Saúde Pública.

64 mil pessoas formam "brigadas" para combater o vírus no Equador

64 mil pessoas formam "brigadas" para combater o vírus no Equador

© Mariana Bazo / Reuters

64 mil pessoas formam "brigadas" para combater o vírus no Equador

64 mil pessoas formam "brigadas" para combater o vírus no Equador

© Mariana Bazo / Reuters

As Forças Armadas juntaram-se esta segunda-feira às atividades programadas no país para combater o mosquito "aedes aegypti", transmissor do Zika, assim como da dengue e da febre chikunguña.

Segundo a agência noticiosa Andes, 700 militares vão trabalhar na província de Guayas, a par com as "brigadas", trabalho que começou na segunda-feira em Guayaquil, no sudoeste, com patrulhas pelas zonas consideradas de risco, onde efetuarão fumigações e informarão os habitantes sobre a eliminação de mosquitos, uso de repelentes e outras ações de cariz preventivo.

As autoridades do Equador confirmaram esta segunda-feira um caso de uma grávida que sofre do vírus Zika, no município de Quevedo, província de Los Ríos (centro-oeste), indicando que a mulher superou o momento de maior risco para o bebé, dado que se encontra de 23 semanas e a etapa considerada crítica é até às 12 semanas de gestação.

o Comité de emergência da Organização Mundial de Saúde (OMS) decidiu na segunda-feira que os casos de microcefalia e de desordens neurológicas surgidas no Brasil constituem uma emergência sanitária de alcance internacional, mas não o vírus Zika, por não ter sido comprovada relação entre ambos.

A OMS confirmou que, até à data, foram detetados casos em 25 países e territórios das Américas.

Lusa

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