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EUA utilizam 72.700 M€ no combate ao vírus zika

O Governo dos Estados Unidos anunciou esta quinta-feira que vai usar para combater o vírus zika 81 milhões de dólares (cerca de 72.700 milhões de euros), provenientes do Departamento de Saúde e que foram inicialmente designados para outros programas.

Esta decisão foi tomada antes que os recursos disponíveis para a luta do vírus acabassem, no final do mês de agosto.

A secretária da Saúde dos Estados Unidos, Sylvia Burwell, comunicou esta decisão numa carta enviada aos líderes do congresso.

Para dar continuidade aos ensaios de uma vacina na luta contra o vírus zika, foram utilizados cerca de 30.500 milhões de euros provenientes de outros programas nomeadamente dos Institutos Nacionais de Saúde e 42.200 milhões oriundos da Autoridade de Desenvolvimento e Investigação Biomédica Avançada.

As autoridades sanitárias norte-americanas começaram, na semana passada, as primeiras provas médicas de uma vacina contra o zika, com ensaios em 80 voluntários, saudáveis e com idades compreendidas entre os 18 e os 35 anos.

O Presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, solicitou ao congresso, em fevereiro, cerca de 1,705 milhões de euros dos fundos de emergência para a luta contra o vírus.

Contudo, na semana passada, Obama criticou o congresso porque o montante foi reduzido enquanto estava de férias não tendo aprovado esta decisão.

Os democratas do senado contestaram, em finais de junho, o projeto-lei de financiamento para o vírus zika depois do texto ter sofrido alterações que não estavam relacionadas com o combate ao vírus pelos republicanos.

Na terça-feira, a candidata democrata à Presidência dos Estados Unidos, Hillary Clinton, durante a sua visita a Miami, pediu ao Congresso que fossem interrompidas as férias e fossem aprovados recursos para combater o zika

A cidade de Miami, nos Estados Unidos, foi onde o primeiro foco do vírus foi detetado no país.

Em abril o Governo decidiu transferir para a luta do vírus zika cerca de 528.600 milhões de euros, que na sua maioria, eram procedentes dos fundos aprovados para combater o vírus da ébola.

Lusa

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