Última Edição

0
0:05

Última Edição

1
2:25

Rui Rio vai apresentar candidatura a Belém até final de junho

2
1:51

PS ainda não anunciou candidato ou apoio para as Presidenciais

3
0:55

Passos discorda de quotas para acolhimento de imigrantes

4
6:22

"A corrupção está nos grandes negócios do Estado"

5
1:14

Militares das Forças Armadas impedidos de devolver condecorações à Presidência

6
2:26

Ex-aluno da Casa do Gaiato condenado por abusos sexuais a três colegas

7
2:36

Cavaco desvaloriza a polémica entre Governo e PS sobre a recondução de Carlos Costa

8
0:18

Pires de Lima diz que Governo continua a trabalhar para que TAP seja bem privatizada

9
2:09

Dia 30 de junho é o limite para a Grécia chegar a acordo com os credores internacionais

10
2:18

Escândalo de corrupção não impediu reeleição de Joseph Blatter

11
0:29

Jesus revela que renovação vai ficar decidida nos próximos dias

12
0:32

Treinador do Marítimo queixa-se da ação disciplinar de Carlos Xistra

13
1:05

Jogadores querem que Jorge Jesus continue no Benfica

14
2:46

Estilista Luís Buchinho comemora 25 anos de carreira

16:15 18.10.2011

Mais de 1,8 milhões de órfãos em "situação difícil" em Moçambique, alerta UNICEF

Em Moçambique existem mais de 1,8 milhões de órfãos, dos quais 600 mil cujos pais foram vítimas de VIH/SIDA, estima o Fundo da ONU para a Infância (UNICEF), que considera "urgente" o apoio social aos menores.

O número de órfãos de Moçambique foi hoje avançado pela UNICEF durante a cerimónia de abertura do Seminário Nacional sobre Cuidados Alternativos, que decorre em Maputo durante os próximos 15 dias.

"A maior parte destas crianças vive em situação de vulnerabilidade. No país, 15 mil crianças vivem em 155 centros por tempo indeterminado. A maioria dos centros carece de condições mínimas de higiene e segurança", disse Jesper Morch, representante da UNICEF.

No seu discurso, a ministra da Mulher e Ação Social de Moçambique, Iolinda Cintura, afirmou que "nos últimos anos, vai aumentando, dia após dia, o número de crianças vivendo em situação difícil", devido a problemas de orfandade e pobreza.

"Para garantirmos assistência social às crianças, o Governo tem privilegiado o atendimento na família e na comunidade, deixando o atendimento institucional como última alternativa para as situações que não encontram acolhimento na família própria ou substituta", disse a ministra.

Nos últimos anos, o Ministério da Mulher e Ação Social (MMAS) moçambicano identificou mais de 31 mil crianças em situação de vulnerabilidade e encaminhou para famílias próprias ou substitutas cerca de 8.200.

"Ao nível de atendimento institucional, funcionam no nosso país 175 centros de acolhimento e infantários, albergando mais de 31.971 crianças em situação difícil", revelou Iolanda Cintura.

A ministra afirmou ainda que as crianças que estão em Centros de Acolhimento podem "ver o seu futuro comprometido".

"No Centro de Acolhimento, as crianças encontram um lar, um abrigo, mas não têm afeto, o carinho, e o convívio familiar, ambiente necessário e imprescindível para a sociabilização da criança", disse.

O Seminário Nacional Sobre Cuidados Alternativos tem como objetivo a uniformização de intervenções no âmbito da integração de crianças e é destinado a técnicos dos serviços sociais moçambicanos.

Lusa

Comentários

ATENÇÃO:ESTE É UM ESPAÇO PÚBLICO E MODERADO. Não forneça os seus dados pessoais (como telefone ou morada) nem utilize linguagem imprópria.
Publicidade

Agora

Inquérito

Facebook

Mais Populares

Comentários

Publicidade

Agora

Inquérito

Facebook

Mais Populares

Mundo

Publicidade

Agora

Inquérito

Facebook

Mais Populares

CT: NEWS
X

Sabia que o seu Internet Explorer está desatualizado?

Para usufruir da melhor experiência de navegação na nossa página web recomendamos que atualize para uma nova versão. Por favor faça a atualização aqui .