sicnot

Perfil

Mundo

Fidel aparece em público pela primeira vez em 14 meses

O ex-presidente cubano Fidel Castro apareceu pela primeira vez em público nos últimos 14 meses para se encontrar com venezuelanos numa escola em Havana na segunda-feira, anunciaram hoje órgãos de informação de Cuba.

© Handout . / Reuters

"Encontro improvisado, inesquecível com Fidel", titulou o diário oficial Granma, descrevendo o encontro "de uma hora e meia" entre Fidel, de 88 anos, e 33 membros de uma delegação venezuelana.

O jornal publica quatro fotografias quase idênticas do encontro, onde se vê Fidel sentado na carrinha que o transportou até à escola "Vilma Espin Guillois", situada próxima da sua casa a oeste da capital, e a apertar a mão a alguns venezuelanos.

Segundo o Granma, "a lucidez" de Fidel, "atento a numerosos pormenores da situação na Venezuela", impressionou a delegação.

Fidel mostrou-se preocupado com "a luta da nação latino-americana para que a sua soberania e integridade sejam respeitadas", adianta o diário, numa referência às sanções impostas à Venezuela pelos Estados Unidos da América.

"É preciso trabalhar rapidamente, reunir muitas assinaturas destinadas ao presidente (norte-americano Barack) Obama para que a Venezuela deixe de ser considerada como uma ameaça para a segurança" dos Estados Unidos, declarou Fidel aos visitantes, segundo o Granma.

Desde que abandonou o poder em 2006 por razões de saúde, Fidel Castro tem aparecido em público raramente. A última vez tinha sido a 08 de janeiro de 2014, na inauguração de uma galeria de arte em Havana.



Lusa
  • A fuga dos PIDES
    20:08
  • Dominado incêncio no centro de tratamento de resíduos da Tratolixo
    1:55

    País

    O fogo na Tratolixo, em Trajouce, deflagrou esta segunda-feira à noite. As chamas foram controladas a meio da manhã pelos bombeiros. No local estão 133 operacionais, apoiados por 51 veículos. O fogo não fez vítimas nem danos materiais. O vento dificultou o combate às chamas.

  • Duas execuções no mesmo dia pela primeira vez em 17 anos nos EUA

    Mundo

    O estado norte-americano do Arkansas (sul) executou, na noite de segunda-feira, dois condenados à morte, o que sucede pela primeira vez em 17 anos no país, anunciou a procuradora-geral daquele estado. Jack Jones e Marcel Williams, condenados separadamente na década de 1990 à pena capital por violação e assassínio, receberam uma injeção letal depois de diferentes tribunais terem rejeitado os respetivos recursos, afirmou Leslie Rutledge, em comunicado.