sicnot

Perfil

Mundo

Guerra na Síria já causou mais de 220 mil mortos

A guerra na Síria já matou mais de 220 mil pessoas desde o início da revolta contra o regime de Bashar Al-Assad, em março de 2011, anunciou o Observatório Sírio dos Direitos Humanos (OSDH). 

(Reuters/ Arquivo)

(Reuters/ Arquivo)

© Stringer Shanghai / Reuters

Registámos 222.271 mortes desde o início dos confrontos, em março de 2011", disse o chefe do OSDH, Rami Abdel Rahman, à agência noticiosa AFP, acrescentando que o número de mortos entre os civis chega aos 67.293, incluindo 11.021 crianças.

De acordo com esta organização não-governamental, com uma extensa rede de informação no país, entre os combatentes contra o regime, há a registar 39.848 rebeldes sírios mortos e mais 34.872 'jihadistas' estrangeiros.

No que diz respeito às forças que apoiam o regime de Bashar Al-Assad, houve a registar 46.843 soldados mortos, 34,872 membros das milícias das Forças de Defesa Nacional, 683 membros dos xiitas do Hezbollah e ainda 2.844 de outros países.

O registo dos mortos não contabiliza cerca de 20 mil pessoas cujo paradeiro é desconhecido, acrescentou o Observatório, mostrando-se convicto, por isso, que o número real é certamente superior aos 220 mil anunciados.

O conflito sírio começou a 15 de março de 2011, já vai no seu quinto ano e apresenta um balanço humanitário dramático e um regime brutal, encorajado pela inércia da comunidade internacional, mais preocupada com os avanços do Estado Islâmico do que com a situação na Síria, comentou a AFP.



Lusa
  • Marcelo saúda "forma rápida" como Conselho de Ministros "tratou de tudo"
    1:03

    País

    O Presidente da República lembra que é preciso convergência de forma a adotar rapidamente as medidas mais urgentes do plano de emergência. No concelho de Tábua, Marcelo Rebelo de Sousa destacou ainda os esforços do Conselho de Ministros, mas lembrou que as medidas anunciadas são apenas o início de um processo e não o fim.

  • TAP recruta mais assistentes de bordo
    2:40

    Economia

    A TAP assegura que, até ao final de outubro, os problemas com falta de tripulação vão terminar. Até ao final do ano vão ser contratados novos assistentes de bordo, mas o sindicato diz que não chega.

  • "Um ataque e uma humilhação contra o povo catalão"
    1:35