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Morto filipino que constava da lista dos mais procurados pelos EUA

Um filipino que figurava da lista dos terroristas mais procurados pelos Estados Unidos foi morto durante um tiroteio no sul das Filipinas, informaram hoje fontes do exército dos rebeldes muçulmanos filipinos.

Abdul Basit Usman foi morto numa zona montanhosa remota enquanto estava a ser escoltado pela Frente Moro de Libertação Islâmica (MILF), o maior grupo rebelde do país, afirmou o seu vice-presidente Ghazali Jaafar.

"Podemos confirmar que Usman está morto e que o seu corpo foi enterrado em conformidade com a tradição muçulmana", disse Ghazali Jaafar à agência noticiosa AFP, recusando dizer quem o matou.

A MILF procura finalizar um acordo, assinado no ano passado, com o Governo, para colocar um ponto final em quatro décadas de confrontos, os quais fizeram cerca de 120 mil mortos.

As forças de segurança filipinas procuram Usman desde que escapou durante um raide da polícia, em janeiro passado, que resultou na morte do malaio Zulkifli bin Hir, alegado fabricante de bombas, pelo qual os Estados Unidos ofereciam uma recompensa de cinco milhões de dólares.

A recompensa no caso de Usman, acusado de repetidos atentados bombistas no sul das Filipinas, era de um milhão de dólares.

O general Gregorio Catapang confirmou que Usman foi morto, mas que permanecem por esclarecer as circunstâncias da morte, estando o caso a ser investigado.

O exército indicou que cinco companheiros de Usman também foram mortos.

As forças de segurança filipinas acusam Usman de ter levado a cabo pelo menos nove atentados bombistas no sul do país, incluindo um na cidade portuária General Santos, em 2002, que resultou em 15 mortos e 60 feridos.

O portal do Departamento de Estado norte-americano descreve Usman como "um especialista no fabrico de bombas com ligações às organizações terroristas Jemaah Islamiyah e Abu Sayyaf", fazendo com que seja considerado, por isso, uma ameaça para os cidadãos e interesses filipinos e norte-americanos. 


Lusa
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