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Cerca de 500 mortos em dois dias de combates na cidade iraquiana de Ramadi

Cerca de 500 pessoas, civis e membros das forças de segurança, morreram em dois dias de combates na cidade iraquiana de Ramadi, onde o grupo radical Estado Islâmico (EI) lançou uma ofensiva, foi hoje divulgado.

© STRINGER Iraq / Reuters

"Não temos de momento o balanço exato das vítimas, mas cremos que pelo menos 500 pessoas, civis e militares, foram mortos nestes dois últimos dias", declarou à agência France Presse Muhannad Haimur, porta-voz do governador da província de Al-Anbar da qual Ramadi é a capital.

Os 'jihadistas' do grupo Estado Islâmico (EI) tomaram hoje posse do quartel-general das forças de segurança na província de Al-Anbar em Ramadi, reforçando o seu domínio na cidade, onde lançaram na quinta-feira uma nova ofensiva com uma vaga de atentados suicidas.

Na sexta-feira, o grupo radical assumiu o controlo da maioria dos bairros centrais de Ramadi e fez explodir o quartel-general da polícia e as instalações do governador.

O coronel da polícia Jabbar al-Assafi disse hoje à AFP que as forças governamentais retiraram da cidade de Ramadi.

"As forças de segurança -- exército e polícia -- saíram de Ramadi. Estão a dirigir-se para a principal autoestrada", a oeste da cidade, referiu num contacto telefónico.

Segundo Haimur, "Ramadi não caiu, ainda há gente a lutar em alguns bairros".

O EI controla já a maior parte da vasta província desértica de Al-Anbar, que se estende das fronteiras síria, jordana e saudita até às portas de Bagdad.

A queda de Ramadi, a 100 quilómetros de Bagdad, representará um sério revés para o governo do primeiro-ministro, Haider Al-Abadi, que prometeu que a reconquista de Al-Anbar seria o objetivo das suas forças após a recuperação de Tikrit (norte) aos 'jihadistas' em março.






Lusa
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    Henrique Cymerman

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