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Milhares protestaram contra transgénicos da empresa Monsanto

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Vários milhares de pessoas manifestaram-se neste sábado por todo o mundo contra a empresa norte-americana de biotecnologia, a Monsanto, e especialmente contra os Organismos Geneticamente Modificados (OGM), pesticidas e outros produtos químicos. 

© John Vizcaino / Reuters

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© STRINGER Chile / Reuters

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© Ricardo Moraes / Reuters

O apelo para a manifestação global foi lançado em mais de 400 cidades e quarenta países, incluindo Portugal. Lançada em 2013, a Marcha Global contra a Monsanto reclama-se "de uma dinâmica de cidadania, mobilizada por grupos locais."

Na Suíça, cerca de 2.500 pessoas manifestaram-se em Basileia onde a Monsanto tem a sua sede para a Europa, África e Médio Oriente.

Em Paris, entre 2.000 e 3.000 pessoas responderam ao apelo dos cidadãos e de muitas associações ambientalistas como a Greenpeace. Foram gritadas frases como "Vade retro Monsanto", "A Monsanto não, minha saúde sim" ou "OGM? Nós não queremos isso!".

O herbicida 'Round-Up', principal produto da Monsanto, recentemente classificado como "provavelmente cancerígeno" pela Organização Mundial da Saúde (OMS), foi particularmente visado pelos manifestantes.

Em Estrasburgo, entre 800 e mil manifestantes reuniram-se em frente ao Parlamento Europeu, antes de se deitarem no chão por um minuto de silêncio.   Em África, metade de mil pessoas marcharam em Ouagadougou contra a empresa gigante norte-americana, que introduziu o algodão transgénico no Burkina Faso em 2003. É o único país da África Ocidental que experimentou as culturas de OGM em algodão.

Os manifestantes pediram às autoridades de Burkina Faso "uma moratória de pelo menos 10 anos", a fim de "prosseguir uma investigação independente" sobre os OGM.


Lusa
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