sicnot

Perfil

Mundo

Dijsselbloem "confiante" na reeleição como presidente do Eurogrupo

O ministro das Finanças da Holanda, Jeroen Dijsselbloem, apresentou esta sexta-feira a sua candidatura a um segundo mandato como presidente do Eurogrupo, afirmando beneficiar de "amplo apoio" no seio da zona euro.

Dijsselbloem, 49 anos, afirmou-se "confiante" quanto a uma nova nomeação e indicou que apresentou hoje oficialmente a sua candidatura, no primeiro dia em que os candidatos podem inscrever-se.

Dijsselbloem, 49 anos, afirmou-se "confiante" quanto a uma nova nomeação e indicou que apresentou hoje oficialmente a sua candidatura, no primeiro dia em que os candidatos podem inscrever-se.

© Ints Kalnins / Reuters

"Nos últimos meses, falei com muitas pessoas na Europa e creio que há amplo apoio", declarou Dijsselbloem, citado no 'site' da televisão pública holandesa.

Dijsselbloem, 49 anos, afirmou-se "confiante" quanto a uma nova nomeação e indicou que apresentou hoje oficialmente a sua candidatura, no primeiro dia em que os candidatos podem inscrever-se.

O ministro holandês sucedeu em janeiro de 2013 ao luxemburguês Jean-Claude Juncker à frente do Eurogrupo, que reúne os ministros das Finanças da zona euro. O seu primeiro mandato acaba em julho.

O ministro das Finanças espanhol, Luis de Guindos, também poderá ser candidato.

"A chanceler alemã, Angela Merkel, afirmou que apoiaria um candidato espanhol, se houver um, mas são os ministros que decidem por maioria", disse Dijsselbloem.

"Não vou dizer quem são os países que me prometeram apoio, cabe a eles manifestarem publicamente esse apoio ou não", referiu, acrescentando que o voto é secreto.

Como presidente do Eurogrupo, Jeroen Dijsselbloem tem estado envolvido nas negociações sobre a Grécia, um processo que se arrasta há meses.
Lusa
  • Pedrógão e o Governo das culpas dos outros

    Opinião

    Depois das revelações do ‘Expresso’ e do ‘i’, o primeiro-ministro e os ministros saíram à rua com uma estratégia muito bem definida: desmentir a existência de listas secretas e centrar as atenções no Ministério Público. Ao mesmo tempo, nas redes sociais, está em curso (mais) uma campanha contra os jornalistas. Os anónimos, com cartão de militante, que escrevem nessas páginas acusam os jornais das “mais rebuscadas teorias da conspiração”. Nada de novo portanto.

    Bernardo Ferrão

  • "A verdadeira questão são as imagens com que abrimos o Jornal, é um país que está a arder"
    2:52

    Opinião

    A polémica em torno do número de vítimas da tragédia de Pedrógão Grande esteve em análise no Jornal da Noite. Miguel Sousa Tavares diz não compreender "que se faça disto uma questão política" e reitera que o foco deve centrar-se nas imagens de "um país que está a arder". O comentador SIC afirma ainda que "64 mortos num incêndio é um escândalo, um número absurdo".

    Miguel Sousa Tavares

  • "Hoje vi chover lume"
    3:57
  • Quase mil bombeiros combatem chamas na Sertã
    1:37

    País

    O incêndio que deflagrou no domingo, na Sertã, concelho de Castelo Branco, ainda não foi extinto. Perto de mil homens combatem as chamas no terreno, apoiados por 10 meios aéreos. O fogo tem frentes em Mação e Proença-a-Nova.

  • Proteção Civil acusada de gestão errática no incêndio de Mação
    1:26

    País

    O comandante dos Bombeiros de Constância e o vice-Presidente da Liga dos Bombeiros acusam a Proteção Civil de desviar meios do fogo de Mação, em Santarém, que eram essenciais para travar o incêndio. As chamas desceram da Sertã e acabaram por queimar uma casa de habitação.

  • Milhares de clientes da CGD vão pagar quase 5€/ mês por comissões de conta
    1:24
  • "A Minha Outra Pátria": o drama da Venezuela no Jornal da Noite
    2:12
  • O apelo da adolescente arrependida de ir lutar pelo Daesh

    Daesh

    Uma adolescente alemã que desapareceu da casa dos pais, no estado da Saxónia, esteve entre os vários militantes do Daesh detidos este fim de semana na cidade iraquiana de Mossul. Arrependida do rumo que deu à sua vida, deixou um apelo emocionado em que expressa, repetidamente, a vontade de "fugir" e voltar para casa.

    SIC

  • Bebé Charlie Grad já não vai receber tratamento nos EUA

    Mundo

    A mãe de Charlie Grad disse esta segunda-feira que o bebé poderia ter vivido uma vida normal, caso tivesse começado a receber tratamento cedo. Já o pai admitiu que o filho não iria viver até ao primeiro aniversário. O bebé foi diagnosticado com uma doença rara e um hospital em Inglaterra pediu permissão para desligar a ventilação artificial e fornecer-lhe cuidados paliativos. O Tribunal Europeu dos Direitos Humanos aceitou e, até hoje, os pais travaram uma batalha na Justiça para suspender a decisão na esperança de irem tratar o filho nos Estados Unidos da América.