sicnot

Perfil

Mundo

Um "grande passo rumo à igualdade"

Um "grande passo rumo à igualdade"

O Presidente dos Estados Unidos diz que os norte-americanos devem estar muito orgulhosos com a decisão hoje tomada pelo Supremo Tribunal que decretou que o casamento homossexual é um direito em todos os estados do país.

"O dia de hoje é um marco na nossa marcha para a igualdade", disse o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, ao saudar a decisão. "Os casais constituídos por pessoas do mesmo sexo têm agora o direito de casar, como todos os outros", escreveu no Twitter.

As contas da Casa Branca naquela rede social, e no Facebook, optaram por um fundo com as cores do arco-íris.

Em frente ao edifício do tribunal foram colocadas bandeiras do movimento de defesa dos direitos dos homossexuais em homenagem à decisão histórica.

Num acordo aprovado com cinco votos contra quatro, o mais importante tribunal do país decidiu que a Constituição obriga os estados a reconhecer e celebrar o casamento entre pessoas do mesmo sexo. 

Dois anos após decretar que o casamento não é direito exclusivo dos casais heterossexuais, o Supremo Tribunal norte-americano decidiu que os 14 estados dos EUA que se recusavam a unir duas pessoas do mesmo sexo devem não só aceitar o casamento, como reconhecer a união de fato celebrada em outro lugar.

"Nenhum tribunal pode reverter a lei da natureza", criticou de imediato a organização conservadora cristã Conselho de Pesquisa sobre a Família, que considera esta decisão "um abuso do poder", que causará "graves danos ao património cultural" dos Estados Unidos. 

"Cinco juízes do Supremo anularam o voto de 50 milhões de americanos ao fazer com que a América se afaste de milénios de História e realidade da natureza humana", disse Tony Perkins, presidente da organização.

Entretanto, a candidata democrata à sucessão de Barack Obama, Hillary Clinton, disse ser um "orgulho comemorar esta vitória histórica pela igualdade ao direito ao casamento", num tweet onde também congratula a "coragem e determinação" da luta dos homossexuais. 

  • Atentados na Catalunha estão relacionados, 14 mortos

    Ataque em Barcelona

    Uma pessoa morreu e cinco suspeitos foram abatidos num segundo ataque esta madrugada em Espanha, depois do atentado de ontem que fez 13 mortos em Barcelona. As operações de busca centram-se num nome: Moussa Oukabir. Siga aqui as últimas informações, ao minuto.

    Em atualização

  • Driss Oukabir: suspeito do atentado ou vítima de roubo de identidade?
    2:40

    Ataque em Barcelona

    Um dos dois suspeitos, do ataque nas Ramblas, detidos pela polícia foi inicialmente identificado como Driss Oukabir, um homem de 28 anos. Mais tarde, um homem com o mesmo nome apresentou-se numa esquadra em Girona, a mais de 100 quilómetros do local do atropelamento afirmando que lhe tinha sido roubada a identificação. De acordo com alguma imprensa espanhola, poderá ter sido o irmão, Moussa Oukabir, um jovem de 18 anos que vive em Barcelona, como explicou também Nuno Rogeiro, comentador da SIC.

  • "Nas Ramblas, é como se nada tivesse acontecido"
    1:35

    Ataque em Barcelona

    Um atentado terrorista em Barcelona matou 13 pessoas e feriu cerca de 100. O ataque aconteceu na zona das Ramblas, quando uma carrinha avançou sobre quem circulava nessa grande via no centro da capital da Catalunha. O repórter Emanuel Nunes está em Barcelona e deu conta do regresso à normalidade nas Ramblas, logo às primeiras horas da manhã.

  • Barcelona abalada pelo terrorismo
    1:03
  • "O abandono provoca incêndios desta dimensão"
    0:55

    País

    O antigo vereador da Câmara de Mação José Silva acredita que a desertificação do interior também é, em parte, responsável pelos incêndios. Segundo José Silva, Mação tem cada vez menos habitantes e é por essa razão que os terrenos são deixados ao abandono.

  • Mação perdeu 80% da área florestal
    3:39
  • Médicos e ministro da Saúde voltam hoje às negociações

    País

    O Ministério da Saúde deverá apresentar uma proposta que poderá ser decisiva para a convocação ou não de uma nova greve. O Sindicato Independente dos Médicos e a Federação Nacional de Médicos tinham anunciado, no dia 11 de agosto, que vão realizar uma greve de dois dias na primeira semana de outubro, se a nova proposta negocial não levar em conta o que reivindicam.