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Milhares em missa campal que marca 500 anos de evangelização em Timor-Leste

Milhares de pessoas estão concentradas desde o início da manhã, hora local, na zona de Taci Tolo, a cerca de cinco quilómetros de Díli, a acompanhar a missa campal que marca os 500 anos de evangelização em Timor-Leste.

ANTONIO DASIPARU

A missa campal está a ser celebrada pelo secretário de Estado do Vaticano, Pietro Parolin, pelos bispos timorenses Basílio do Nascimento e Norberto de Amaral e por outros prelados que acompanharam o enviado do papa Francisco.

O descampado de Taci Tolo (três lagoas em tétum) é um local importante tanto para a história da Igreja Católica em Timor-Leste como do próprio país.

Foi aqui em 1989 que o papa João Paulo II celebrou missa - uma estátua em sua homenagem está numa montanha vizinha - e foi ali que dignatários de todo o mundo celebraram a restauração da independência, a 20 de maio de 2002.

Declarado "Jardim da Paz" pelo então presidente da República, Xanana Gusmão, hoje Taci Tolo é um local onde pontualmente há corridas de motas e outros eventos.

A missa decorre à sombra da Casa da Cultura, um edifício representativo das casas tradicionais timorenses, e obrigou ao fecho da ligação da capital timorense para oeste.

O programa começou cerca das 09:00 locais e deverá prolongar-se, com várias atividades culturais e religiosas, durante grande parte do dia.

As cores amarelo e branco, do Vaticano, dominavam a paisagem, à semelhança do que ocorre, desde quinta-feira em Díli, com inúmeros cartazes de boas vindas a Pietro Parolin.

Milhares de pessoas deslocaram-se para a zona logo ao início da manhã, procurando não perder o que é o ponto alto da visita a Timor-Leste de Pietro Parolin, que na sexta-feira assinou com o primeiro-ministro, Rui Maria de Araújo, a Concordata, que regula a relação entre os dois Estados.

Lusa

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