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Pelo menos 30 jihadistas morreram na Síria no primeiro ataque aéro francês

O primeiro ataque aéreo levado a cabo na Síria pela França contra o autoproclamado Estado Islâmico matou pelo menos 30 jihadistas, incluindo 12 crianças-soldado, revela hoje um grupo humanitário.

Soldados turcos guardam a fronteira Mursitpinar em Suruc na província Sanliurfa enquanto ao longe se vê fumo da cidade síria de Kobani.

Soldados turcos guardam a fronteira Mursitpinar em Suruc na província Sanliurfa enquanto ao longe se vê fumo da cidade síria de Kobani.

© Murad Sezer / Reuters

"O ataque aéreo francês (no domingo) num campo de treino do Estado Islâmico (EI) localizado no oriente da Síria matou pelo menos 30 combatentes, incluindo 12 dos 'Filhos do Califado'", disse Rami Rahman, do Observatório Sírio dos Direitos Humanos.

O Observatório Sírio dos Direitos Humanos (OSDH), que tem uma vasta rede de fontes na Síria, avançou que entre os mortos se encontravam combatentes estrangeiros, revelando também que o ataque feriu 20 pessoas.

O ataque francês tinha como alvo um campo na província oriental de Deir Ezor, perto do posto de fronteira Boukamal, usado pelo grupo radical Estado Islâmico para estabelecer comunicação com as suas forças presentes no Iraque e na Síria.

A França indicou que realizou estes ataques conta o EI na Síria em nome da "legítima defesa" contra a ameaça terrorista e por ter uma voz no jogo diplomático e militar atualmente em curso sobre esta questão.

Cinco aviões Rafale, um avião de patrulha marítima Atlantique 2 e um outro de abastecimento de aeronaves C-135 estiveram envolvidos na operação.

"Atingimos uma base militar num local extremamente sensível para o Estado Islâmico", afirmou o ministro francês da Defesa, Jean-Yves Le Drian.

Paris participa nos ataques da coligação anti-Estado Islâmico no Iraque, mas até agora tinha recusado intervir na Síria por receio de fortalecer o Presidente Bachar al-Assad.

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