sicnot

Perfil

Mundo

Pelo menos 14 pessoas morreram afogadas ao largo da Turquia

Pelo menos 14 migrantes, incluindo sete crianças, morreram afogadas hoje quando o barco em que seguiam naufragou ao largo da costa da Turquia, quando tentavam alcançar a Grécia, informaram os 'media' locais.

reuters

A guarda-costeira turca recuperou os corpos de uma embarcação de madeira que seguia com destino à província de Canakkale, na ilha grega de Lesbos, de acordo com a agência noticiosa Dogan.

Vinte e sete pessoas foram resgatadas, disseram as autoridades, que não revelaram as nacionalidades dos migrantes.

A guarda costeira turca, apoiada por helicópteros, prossegue com as operações de busca, informou a agência noticiosa.

O barco, que zarpou na noite de terça-feira da região de Ayvacik (noroeste), terá naufragado depois de ter sido atingido por uma tempestade, segundo a Dogan.

A Turquia, que acolhe oficialmente 2,2 milhões de refugiados sírios, constitui o ponto de partida privilegiado por parte de inúmeros migrantes que partem para o mar com perigosas condições, com destino às ilhas gregas, porta de entrada na União Europeia.

  • Aeroporto Cristiano Ronaldo? Nem todos os madeirenses estão de acordo
    2:21
  • Fatura da água a dobrar
    2:26

    Economia

    Desde o início do ano que a população de Celorico de Basto está a receber duas faturas da água para pagar. Tanto a Câmara como a Águas do Norte reclamam o direito a cobrar pelo serviço. Contactada pela SIC, a Entidade Reguladora esclarece que o município não pode emitir faturas e tem de devolver o dinheiro.

  • Vala comum com 6 mil corpos em Mossul
    1:43

    Daesh

    Há suspeitas de que o Daesh tenha criado uma vala comum com cerca de seis mil corpos a sul de Mossul, no Iraque. A área em redor estará minada. A revelação é de uma equipa de reportagem da televisão britânica Sky News.

  • A menina que os pais queriam chamar "Allah"

    Mundo

    ZalyKha Graceful Lorraina Allah tem 22 meses, anda não sabe ler nem escrever mas já está no centro de um processo judicial contra o Estado da Georgia, nos EUA. Os pais, Elizabeth Handy e Bilal Walk, apoiados por uma ONG, exigem na justiça que o nome seja reconhecido na certidão de nascimento para que a criança possa ser inscrita na escola, na segurança social ou nos registos e notoriado. O casal já tem um filho de 3 anos que se chama Masterful Mosirah Aly Allah.