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As estrelas mais antigas descobertas no centro da Via Láctea

Astrónomos australianos descobriram as estrelas mais antigas, anteriores à formação da Via Láctea, quando o Universo tinha apenas 300 milhões de anos.

Via Láctea

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As estrelas, encontradas no centro da Via Láctea, são surpreendemente puras mas contêm material de uma estrela ainda mais antiga, que morreu numa explosão enorme denominada hipernova.

"Estas estrelas primitivas estão entre as mais antigas que sobreviveram e de certeza que são as mais antigas que alguma vez vimos", afirma Louise Howes, a principal autora do estudo publicado na revista Nature. "Estas estrelas formaram-se antes da Via Láctea e da galáxia que se formou".

A descoberta e análise destas nove estrelas com alto grau de pureza desafia as atuais teorias sobre como era o ambiente espacial quando o se formaram. "São estrelas com níveis muito baixos de carbono, ferro e metais pesados, o que sugere que as primeiras estrelas poderão não ter explodido como normais supernovas", explica Louise Howes, citada no site da universidade em que trabalha.

"Devem ter morrido como hipernovas - explosões de estrelas que provavelmente se moviam muito rapidamente produzindo 10 vezes mais energia que uma normal supernova".

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