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Autoridades belgas poderão reter documentos de identificação a partir de janeiro

As autoridades belgas poderão, a partir de 1 de janeiro, retirar os documentos de identidade às pessoas que planeiam viajar para a Síria e para o Iraque, sobretudo para se juntarem às fileiras do grupo extremista Daesh.

(arquivo)

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© Francois Lenoir / Reuters

Segundo a imprensa local, o ministro do Interior belga, Jan Jambon, pode autorizar o acesso a informações que permitam agir a nível de segurança local e apoio psicossocial.

A solicitação para a apreensão de documentos é processada através do Órgão de Coordenação para a Análise de Ameaças, que dispõe de um banco de dados com o registo de 420 radicais.

Os documentos podem ser retirados durante três a seis meses.

Jan Jambon, anunciou, entretanto, que irá apresentar um "plano global" para a comuna de Molenbeek-Saint-Jean (Bruxelas), onde viviam vários dos alegados envolvidos nos ataques de Paris de 13 de novembro.

Em entrevista a uma televisão flamenga, o ministro avançou que haverá ajuda à comuna para o registo de pessoas, o reforço da polícia e para a luta contra a economia paralela, uma vez que os terroristas conseguem armas através de "atividades criminosas".

Com Lusa

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