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Ministro do Interior alemão defende leis mais duras perante agressões em Colónia

O ministro do Interior alemão defendeu hoje o endurecimento da legislação após as múltiplas agressões sexuais e roubos ocorridos na noite de Ano Novo em Colónia e noutras cidades alemãs, presumivelmente por cidadãos norte-africanos e árabes.

reuters

"Nesta questão não nos podemos permitir longas discussões", disse Thomas de Maizière em Colónia, num discurso no dia anual da Federação Alemã de Funcionários Públicos (DBB).

Thomas de Maizière sublinhou a necessidade de identificar os agressores para os castigar e aplicar "de modo consequente" a lei alemã e a lei sobre estrangeiros, mas também de endurecer a legislação, para o que disse estar em contacto com o ministro da Justiça, Heiko Maas.

Advertiu contra a ocultação da verdade, que considerou ser também importante para os refugiados, no sentido de se distinguir claramente entre os que são delinquentes e os que não são.

A polícia de Colónia atualizou no domingo para 516 as queixas de violência ocorridas durante as festividades de Ano Novo, com 40 por cento das vítimas a relatarem casos de agressão sexual.

Hoje o governo alemão informou que a quase totalidade dos suspeitos da violência naquela noite em Colónia era de origem estrangeira, sobretudo requerentes de asilo chegados recentemente ao país.

Aparentemente tratou-se de uma vaga de ataques coordenados numa grande multidão que se juntou perto da principal estação de comboios da cidade para celebrar a chegada do novo ano, a 31 de dezembro.

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