sicnot

Perfil

Mundo

Turquia acusa Rússia de nova violação do espaço aéreo

A Turquia convocou na sexta-feira o embaixador da Rússia em Ancara para "condenar fortemente" uma nova violação do seu espaço aéreo por um avião russo, declarou hoje o Ministério dos Negócios Estrangeiros turco.

Sukhoi Su-24

Sukhoi Su-24

© Shamil Zhumatov / Reuters

"Um caça Su-34 da aviação russa violou na sexta-feira o espaço aéreo às 11:46 hora local (09:46 hora de Lisboa)", indicou o ministério, em comunicado.

"Sublinhamos mais uma vez que a Rússia tem a total responsabilidade por todas as consequências graves decorrentes de tal atitude irresponsável", disse a diplomacia turca, salientando que Ancara instou a Rússia a "agir de forma responsável".

Esta situação ocorre cerca de dois meses depois de um avião de combate russo ter sido abatido por caças F16 da força aérea da Turquia depois de ter violado o espaço aéreo daquele país, junto à fronteira com a Síria.

Este incidente provocou uma grave crise diplomática entre Moscovo e Ancara, países que têm posições divergentes sobre o conflito civil sírio.

A Rússia é um apoiante tradicional do regime do Presidente sírio, Bashar al-Assad, enquanto a Turquia defende que a solução para o conflito passa pela saída do líder sírio.

Lusa

  • "Tudo o que o Benfica está a fazer é uma forma de coação"
    1:59
    Play-Off

    Play-Off

    DOMINGO 22:00

    As queixas do Benfica contra a Federação Portuguesa de Futebol e a Liga foram tema de debate no Play-Off da SIC Notícias. Rodolfo Reis, Manuel Fernandes e Rui Santos acreditam que a posição está relacionada com o clássico Benfica-Porto do próximo sábado. Já João Alves considera que estes comunicados podem prejudicar o Benfica.

  • A primeira vez do Sr. Árbitro
    12:41
  • O pedido de desculpas de Dijsselbloem
    2:12

    Mundo

    O Governo português continua a mostrar a indignação que diz sentir perante as declarações do presidente do Eurogrupo. O ministro dos Negócios Estrangeiros português garante que com Dijsselbloem "não há conversa possível". Jeroen Dijsselbloem começou por recusar pedir desculpa mas depois cedeu perante a onda de indignação.