sicnot

Perfil

Mundo

China condena 14 pessoas por explosão em fábrica em 2014

Os tribunais chineses condenaram 14 funcionários do Governo e executivos a penas até sete anos e meio de prisão, devido à explosão numa fábrica que deixou 146 mortos em 2014, avançou a agência oficial Xinhua.

reuters

Na origem do acidente estiveram graves falhas nos sistemas de segurança da fábrica, sediada em Kunshan, um centro industrial a uma hora de carro de Xangai, concluiu a investigação.

A Organização Internacional do Trabalho estima que, em 2014, 20 por cento das mortes no mundo causadas por acidentes laborais ocorreram no "gigante" asiático.

Pelas contas do Governo chinês, 68.061 pessoas morreram em incidentes do género no país - uma média de 186 óbitos por dia.

Cinco diferentes tribunais julgaram o dono e membros da direção da empresa Kunshan Zhongrong Metal Products, assim como funcionários do Governo encarregues pela prevenção de incêndios, segurança do trabalho e proteção ambiental.

O acidente causou ainda danos materiais avaliados em 50 milhões de dólares (mais de 45 milhões de euros), detalhou a Xinhua.

Em agosto passado, duas explosões num terminal de contentores na cidade portuária de Tianjin, no norte da China, deixaram 173 mortos.

  • Lei que permite a entrada de animais em espaços de restauração gera dúvidas
    2:23

    País

    A lei que permite a entrada de animais de companhia em estabelecimentos de restauração, que entrou hoje em vigor, está a gerar dúvidas para os proprietários. Até ao momento são poucos os estabelecimentos que aderiram e a previsão é para que assim continue. A DECO questionou 1800 pessoas sobre a presença dos animais nos restaurantes e apenas 25% votou a favor.

  • "Isto é a demagogia à solta"
    0:45

    Opinião

    Quem o diz é Luís Marques Mendes a propósito da aprovação esta semana da lei do CDS-PP que elimina o adicional do imposto sobre os combustíveis. O comentador da SIC critica a oposição por ter levado a votação uma lei inconstitucional e acusa ainda os parceiros de Governo de deslealdade. 

    Luís Marques Mendes